Niðurhal

Heildar hækkun

140 m

Styrkleiki

Miðlungs

niður á móti

180 m

Max elevation

69 m

Trailrank

55

Min elevation

-0 m

Trail type

One Way

Tími

5 klukkustundir 49 mínútur

Hnit

1783

Uploaded

6. júní 2021

Recorded

júní 2021
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-
69 m
-0 m
21,09 km

Skoðað 180sinnum, niðurhalað 5 sinni

nálægt Ponte da Barca, Viana do Castelo (Portugal)


PONTE MEDIEVAL DA PONTE DA BARCA

- Este percurso desenvolve-se ao longo das Ecovias do Vez e do Lima, percorrendo parte do troço final da primeira e parte do Percurso de Refóios do Lima, referente à segunda, entre a vila de Ponte da Barca (início) e a vila de Ponte de Lima (fim);
- Trilho linear, sem marcações, mas com indicações ao longo do trajeto (placas indicativas da quilometragem percorrida, painéis informativos sobre biodiversidade e painéis informativos sobre pontos de interesse);
- Decorre pelo Vale do Rio Lima, entre a vila de Ponte da Barca e a vila de Ponte de Lima, num longo e suave percurso, acompanhando, primeiro, o rio Vez até à sua foz no rio Lima e, depois, este último, sempre pela margem direita de ambos;
- Nos primeiros 3,4 kms, o trilho percorre o centro histórico da Ponte da Barca, cruza o rio Lima e depois o Vez. A partir daí acompanha, primeiro, o curso do rio Vez até à sua foz, para depois seguir paralelo ao rio Lima, vagarosa e tranquilamente até à vila de Ponte de Lima, sempre por caminhos de terra batida e pequenos carreiros;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com especial destaque para os seguintes: as várias capelas e igrejas da Ponte da Barca, o Mercado Pombalino e o Pelourinho, a Ponte e Açude no rio Vade e a Ponte sobre o rio Lima, as várias Zonas Fluviais de Lazer (Ponte da Barca, Jolda de São Paio, Carregadouro, Cais da Garrida e Parque do Arnado), vários moinhos e azenhas, diversas pontelhas, a Capela do Anjo da Guarda e a Igreja de Santo António da Torre Velha, na entrada de Ponte de Lima, a respetiva Ponte Romana e Medieval sobre o rio Lima e o Chafariz Nobre (Largo de Camões);
- Misto de caminhos de terra batida, carreiros, calçadas de pedra e ruas calcetadas;
- Trilho com características fáceis, mesmo tendo em conta a distância considerável, pois não apresenta declives acentuados nem passagens técnicas;
- O vale do rio Lima é um paraíso verde, bem preservado, símbolo maior de toda a paisagem rural desta região minhota, permitindo ao rio alargar o seu leito e deslizar vagarosamente em direção a Viana do Castelo, onde desagua tranquilo no oceano;
- A vila de Ponte da Barca é de visita obrigatória, devendo-se reservar algum tempo para percorrer as suas ruas repletas de história, conviver com os seus simpáticos habitantes e degustar a sua singular e maravilhosa gastronomia;
- A vila de Ponte de Lima, histórica e orgulhosa, conserva todo o encanto característico do alto Minho, pela paisagem verde que a rodeia, a arquitetura solarenga, um rio que espelha a sua vaidade carregada de História, as feiras e romarias plenas de tradição e uma gastronomia, a par de Ponte da Barca, sem rival. Passear nas suas ruas, atravessar a emblemática ponte e contemplar a vila desde o Parque do Arnado, com o burgo na paisagem e a frescura das águas do Lima, são experiências irrecusáveis;
- Este trilho é um percurso muito acessível. No entanto, convém ter em conta o número de kms, que podem constituir uma dificuldade para quem não estiver habituado a caminhar com frequência ou distâncias mais longas. Se chover, as dificuldades serão acrescidas e, tal como está referido nos pontos de passagem, existem locais facilmente alagadiços e de difícil travessia;
- No seu todo, é um percurso paisagísticamente deslumbrante, fresco e verde, cheio de sombra e com constantes apelos a retemperadores mergulhos, tanto nas límpidas águas do Vez como nas do Lima (embora este último requeira mais atenção e cuidado com a zona escolhida para banhos). Esta belíssima região fará, com certeza, as delícias de quem a visite!!


ECOVIA DO VEZ

Outros percursos realizados nesta região:
Ecovia do Vez (parcial): de Sistelo aos Arcos de Valdevez
Das Brandas de Sistelo ao Caminho dos Mortos
PNPG - Rota entre Brandas da Peneda (parcialmente encurtada)
PNPG - Da vila do Soajo à Branda da Cova
Trilho da Costa da Ponte
Trilho do Cabreiro
Trilho das Fragas da Peneda
PNPG - Percurso dos Bicos (alargado)
PNPG - Da Branda de Travanca ao Alto da Pedrada
Do Lindoso aos Moinhos de Parada, Poço da Gola e Penedo do Encanto


RIO LIMA

- ECOVIA DO VEZ
A Ecovia do Vez desenvolve-se ao longo dos Rios Lima e Vez, numa extensão total de 32,5 kms. No Lima: pela margem direita, do limite concelhio, em Jolda S. Paio até ao lugar de Gândara, freguesia de Santar, passando pelas freguesias de Padreiro e de Távora, onde se localizam, respetivamente a Quinta de Padreiro e a Quinta da Toural. No Vez: pela margem direita, limitado a norte pela aldeia de Sistelo e a sul pelo lugar de Prova, freguesia de Paço. A ecovia oferece condições para o seu uso em completo respeito pelo meio ambiente devolvendo aos habitantes este espaço de qualidade inigualável. O projeto teve em consideração a representatividade que um percurso deste tipo pode ter no concelho, assim como a sua relação com a paisagem periférica, promovendo a salvaguarda do património cultural e arquitetónico existente, bem como dos valores ecológicos e paisagísticos. Optou-se pela implantação de um percurso essencialmente rural ou natural, apesar da existência de alguns troços em meio urbano, situação que diversifica os seus potenciais utilizadores. Ao longo da caminhada, irá passar pela silenciosa foz do Vez, calcorrear calçadas seculares, atravessar a Vila de Arcos de Valdevez, atravessar passadiços que nos levam a locais de outra forma inacessíveis e com paisagens deslumbrantes, cruzar-se com a Ponte Medieval de Vilela, passar ao lado de moinhos de água, conhecer a foz do rio Cabreiro, refrescar-se numa das várias praias fluviais, admirar as varias represas e pesqueiras construídas pelo homem, e terminar a caminhada nos socalcos de Sistelo, candidatos a património mundial da UNESCO, uma das 7 maravilhas de Portugal, tudo isto em pleno contacto com a natureza. A Ecovia do Vez, que pode ser facilmente feita em família, tem vários pontos de acesso o que possibilita a realização de pequenos troços diários, sendo mesmo aconselhável dada a sua extensão. Em termos de dificuldade, apenas o troço final junto à Sistelo apresenta alguma dificuldade, dado surgirem algumas pendentes, mas nada que não seja recompensado pela magnífica envolvente.


ECOVIA DO LIMA (PERCURSO DE REFÓIOS DO LIMA)

- ECOVIA DO LIMA
Os Municípios do Vale do Lima (Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez) juntamente com a Comunidade Urbana Vale-e-Mar - Valimar ComUrb, criaram os Projectos "Caminhos do Lima" e "Guarda-Rios". Estes projectos visam uma intervenção na área ambiental com diversas iniciativas, nomeadamente, na preservação dos habitats, na sensibilização das populações para a preservação da natureza e o no fomento do ecoturismo.
De entre as diversas intervenções, destaca-se a criação de trilhos à beira-rio, ao longo das duas margens, em particular com a construção da Ecovia do Rio Lima, bem como de outras Ciclovias de interligação dos vários segmentos desta infraestrutura ciclopedonal.
A Ecovia do Rio Lima é, assim, constituída por 6 Percursos, que se estendem pelas margens que banham estes Municípios. Na margem esquerda, o Percurso das Veigas, entre Deão, em Viana do Castelo, e Ponte de Lima (a jusante); e o Percurso dos Açudes, entre Ponte de Lima (a montante) e Ponte da Barca. O Percurso das Lagoas, entre Ponte de Lima (a jusante) e a Ribeira da Silvareira, em Fontão; e o Percurso de Refóios do Lima (dividido em 2 Percursos), entre Ponte de Lima (a montante) e os Arcos de Valdevez, estes na margem direita. Por fim, o Percurso do Ermelo, a montante de todos os outros, entre a aldeia de Ermelo e Vilarinho de Souto, nos Arcos de Valdevez, também na margem direita do Lima e da albufeira de Touvedo.
Com a constante manutenção e ampliação da Ecovia, os Municípios envolvidos pretendem fazer chegar os 5 primeiros Percursos aos centros urbanos de Viana do Castelo, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, por forma a constituírem-se num circuito ininterrupto (circular), ao longo das duas margens do Lima, tanto a Poente como a Nascente da vila de Ponte de Lima. O prolongamento do Percurso das Lagoas em direcção a Viana do Castelo já começou, em 2012, com a construção da ponte sobre a Ribeira da Silvareira e, a ampliação do Percurso dos Açudes entre a ETAR de Ponte da Barca e o Rio Vade, ficou pronta no segundo trimestre de 2014. Entretanto, o Município de Arcos de Valdevez já inaugurou, em 1 de Junho de 2015, o Percurso Arcuense, entre os Arcos de Valdevez e a Jolda S. Paio, ligando-se ao Percurso de Refóios do Lima.


PONTE DA BARCA

- PONTE DA BARCA
Situada numa região verdejante à beira do Rio Lima, pensa-se que Ponte da Barca foi buscar o seu nome à barca que fazia a ligação entre as duas margens, antes da ponte ser construída no séc. XV. Esta região era anteriormente conhecida por Terra da Nóbrega ou Anóbrega que se pensa derivar do nome romano "Elaneobriga".
O centro histórico da vila com casas solarengas (algumas adaptadas a Turismo de habitação) e belos monumentos dos sécs. XVI-XVIII merece uma visita cuidada, bem como os seus arredores, em que se destacam a Igreja românica de Bravães do séc. XIII e o Castelo do Lindoso (séc. XIII) que teve um papel importante na defesa da região.
Na região Demarcada dos Vinhos Verdes, parte deste do concelho está inserido no Parque Nacional da Peneda Gerês, que oferece excelentes para actividades desportivas e de lazer.

- PONTE DE LIMA
A ponte romana que atravessa o Rio Lima neste local deu origem ao nome desta antiga vila. O primeiro foral foi-lhe concedido em 1125 por D. Teresa, a mãe do primeiro Rei de Portugal, antes ainda da fundação do reino.
No centro de uma região agrícola rica, onde é produzido o famoso Vinho Verde, o seu património integra um grande número de solares e casas apalaçadas, muitos das quais oferecem actualmente alojamento na modalidade de Turismo de Habitação.
Esta vila tradicional regista quinzenalmente grande animação no areal das margens do rio quando se realiza a feira originária da Idade Média, onde também se realiza em Junho outro evento tradicional "A Vaca das Cordas". Em Setembro a vila volta a registar grande animação com a realização das Feiras Novas, as festas do concelho.

Ponte da Barca e Ponte de Lima são dois dos quatro municípios que integram o Vale do Lima. Nesta região, percorrer a Rota dos Gigantes é uma forma de conhecer os locais onde nasceram quatro grandes figuras históricas que levaram Portugal aos quatro cantos do mundo: Fernão de Magalhães, o Navegador, de Ponte da Barca, comandou a primeira viagem de circum-navegação provando que a Terra é redonda. Em Ponte de Lima nasceu o Beato Francisco Pacheco (O Santo), Mensageiro da Companhia de Jesus e um dos primeiros missionários jesuítas no Japão. João Alvares Fagundes (o Descobridor), de Viana do Castelo, explorou e descobriu Terra Nova no Atlântico Norte, importante zona de pesca do bacalhau. Originário de Arcos de Valdevez era o Padre Himalaya, o inventor, estudioso científico das energias renováveis que representou Portugal na Exposição Universal de St. Louis, nos Estados Unidos.


PONTE DE LIMA
Helgur staður

Capela de Santo António

Insere-se de forma harmoniosa no centro da vila de Ponte da Barca. Testemunho da arquitetura religiosa, manei­rista e barroca, a Capela de Santo António data de finais do século XVII / inícios do século XVIII. De destacar o contraste entre a modinatura do óculo oval do frontispício e a do portal arquitravado e a rusticidade das molduras das janelas. No interior, salienta-se o retábulo-mor em talha dourada. O frontal do altar ostenta painéis com pintu­ras sobre madeira, em estilo maneirista, provavelmente do século XVII. O pavimento junto do retábulo-mor incor­pora tampas sepulcrais epigrafadas, setecentistas.
Helgur staður

Cruzeiro

Helgur staður

Capela de São Bartolomeu

A Capela de S. Bartolomeu é uma pequena construção religiosa da segunda metade do século XVII, integrada numa das zonas históricas da vila de Ponte da Barca. Em homenagem ao S. Bartolomeu realizam-se, todos os anos em Agosto, as tradicionais Festas de S. Bartolomeu cujo ponto alto acontece no dia 24 com a conhecida procissão que percorre as principais ruas da vila. A Festa de S. Bartolomeu é considerada, por fontes insuspeitas, a mais típica, popular e original das Festas e Romarias que acontecem durante os meses de Verão, por todo o Alto Minho. Mas a verdade é que estas palavras, por si só, não bastam para a definir, pois mais do que um cartão de visita do Concelho, ela é parte significativa e indissociável da identidade e património de Ponte da Barca.
Varða

Praça do Municipio

Strönd

Praia Fluvial da Ponte da Barca

A Praia Fluvial de Ponte da Barca é uma das praias mais frequentadas do norte do país, banhada pelo Rio Lima. Ponte da Barca é um concelho com bastante referência para o Turismo Ambiental e de Natureza na região. É de notar todo o seu património paisagístico e natural. É por todas estas características e pelas excelentes condições que esta praia fluvial é acolhedora para passar um dia diferente. É permitida a prática de desportos náuticos. Bastante reconhecida a nível nacional pelas suas condições é ideal para desfrutar do sol naqueles dias fantásticos de verão. Possui uma extensa área relvada para que possa estender a toalha, se preferir, existe uma área de areal. A qualidade da sua água é notável tendo obtido a classificação de boa. Todas as análises feitas à água durante as épocas balneares passadas podem ser consultadas no site da Agência Portuguesa de Ambiente. É dotada de variados serviços e infraestruturas de apoio. Para que as pessoas consigam usufruir das vantagens da natureza existe no local uma piscina natural. As crianças nunca são esquecidas e por isso foi construído um parque infantil. Além do bar existe a vigilância de nadadores salvadores assim como equipamento para serviços de primeiros socorros. Ao longo dos últimos anos tem vindo a ser galardoada como Praia Acessível – Praia para Todos. Além de todas as condições mencionadas em cima, esta praia possui condições básicas para pessoas com mobilidade reduzida. O acesso pedonal é facilitado, existem rampas de acesso para o areal e passeios pelo areal o mais possível próximo da água. O acesso às instalações sanitárias é facilitado por rampas.
Fallegt útsýni

Panorâmica da Ponte Medieval

Helgur staður

Capela de Nossa Senhora da Lapa

Pequeno templo do século XVII, de transição do maneirismo para o barroco, com pedra de armas dos Magalhães na fachada. Possui, no seu interior, talha da segunda metade do século XVIII.
Helgur staður

Igreja da Misericórdia de Ponte Da Barca

Esta é uma das mais antigas igrejas de Portugal, fundada em 1534. Entre 1822 e 1844 sofreu obras de reconstrução. A fachada é a face mais visível dessa reconstrução, apresentando-se num estilo rococó, com uma varanda neoclássica. No interior pode-se observar vários elementos: desde a composição em talha da Última Ceia a cobrir o frontal do altar-mor, até aos vários azulejos em arte nova.
Helgur staður

Igreja Matriz de Ponte da Barca

A construção da igreja matriz de Ponte da Barca, dedicada a São João Baptista, teve início no século XVI. Neste processo, desempenharam um papel fundamental as principais famílias da região ao mandar construir as capelas funerárias. Num período marcado por uma forte religiosidade, no decorrer do qual a preocupação com a morte dominava a vida, este género de edificações eram muito frequentes, testemunhando, simultaneamente, o poder e o prestígios de quem assim podia dispor do espaço sagrado. As incursões do exército espanhol na segunda metade do século XVII provocaram fortes danos ao templo, obrigando mesmo à deslocação do culto para a igreja da Misericórdia. D. Pedro II autorizou tributos especiais para ajudar na reconstrução da principal igreja de Ponte da Barca, cujas obras começaram em 1703. Todavia, a morosidade dos trabalhos e o consequente agravar dos problemas no templo obrigou a confraria de Nossa Senhora da Conceição a abandonar o espaço, em 1711. Foi necessária a visita do arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles para conferir um novo impulso e uma outra dinâmica a esta reconstrução que, tal como a edificação primitiva, crescia sem planificação. Sob as suas ordens, o arquitecto Manuel Pinto de Vilalobos apresentou nova planta em 1714, dando-se início aos trabalhos em 1717 (SOROMENHO, 1991, p. 91). O corpo do templo estava terminado em 1723, mas menos célere foi o acabamento da fachada, com uma torre levantada em 1728, remontando o frontão a 1738 e aproveitando o painel antigo com a representação de São João Baptista. Antecedida por uma escadaria de vários lanços, a fachada principal é seccionada por pilastras que a dividem em três corpos - os laterais correspondestes às bases das torres e o central à nave. Este, exibe portal de verga recta, encimado por frontão de volutas interrompido por nicho. Sobre a cornija, um bloco central com o painel do padroeiro da igreja é enquadrado por volutas e rematado por frontão triangular, com pináculo. Os alçados laterais são marcados pelos volumes salientes das capelas laterais, de dimensões e alturas diferenciadas. No interior, as capelas comunicam com a nave através de arcos de volta perfeita, abrindo-se um conjunto ritmado de janelões no registo seguinte. No tecto, uma curiosa abóbada de falsa cruzaria de ogivas. A capela-mor, mais baixa e estreita separa-se da nave por arco triunfal de volta perfeita com retábulos colaterais colocados na diagonal. Alguns dos azulejos de padrão que se observam na nave são seiscentistas. O retábulo-mor foi executado em 1727 pelo entalhador de Barcelos Miguel Coelho. Simultaneamente, há registos de reformas e reconstruções das capelas laterais. A igreja matriz de Ponte da Barca constitui, assim, um dos vários testemunhos da acção mecenática do Arcebispo de Braga, D. Rodrigo de Moura Teles.
Lind

Fonte de S. João

A Fonte de S. João foi construída em 1501, data gravada na própria fonte para testemunho no tempo e legado histórico. Trata-se de uma fonte barroca de espaldar com pilastras laterais, encimada por cornija e com uma imagem num nicho central.
Brú

Ponte e Açude no rio Vade

Helgur staður

Cruzeiro do Curro

Classificado como Imóvel de Valor Concelhio, o Cruzeiro do Curro data de 1831. No soco de quatro degraus quadrangulares, assenta o pedestal constituído por um pequeno plinto. A coluna, com fuste de secção circular, apresenta caneluras, levemente interrompidas a meia altura por molduras simples. Possui, por cima, uma esfera de igual ornamentação. Encima-a uma cruz latina com braços e haste quadrangular e com remate tronco piramidal. A cruz apresenta canelura nos braços e haste sub­linhando o contorno.
Varða

Posto nº 54

Varða

Mercado Pombalino / Pelourinho

O Mercado Pombalino, designado por Abrigo Porticado, foi construído em 1752 com o intuito de abrigar os comerciantes e barqueiros bem como os seus bens. É uma obra arquitetónica de relevo, sustentada por colunas e aberta em arcadas, dando vistas sobre o rio Lima e sobre o Pelourinho que o enaltece. O Pelourinho, classificado como Monumento Nacional, será datado pelos finais do século XVI. É constituído por uma coluna de granito cilíndrica, apoiada num soco de quatro degraus. Apresenta características maneiristas e barrocas (Século XVIII) no seu topo, com uma esfera e um cone. Testemunha da influência de D. Manuel, pelos respectivos elementos herálidicos, isto é as armas reais e a cruz de Cristo, mas também testemunha da preponderância dos donatários da vila, a família Magalhães pelas faixas aí representadas.
Brú

Ponte sobre o rio Lima

A Ponte sobre o rio Lima é sem dúvida uma das mais belas construções da primeira metade do século XV e, em consequência, é classificada como Monumento Nacional. É constituída por oito arcadas originais. O tabuleiro sofreu, todavia, alterações nos séculos XVIII E XIX, com especial destaque, as suas lápides, situadas frente a frente, uma com as armas do município de Ponte da Barca, a outra com a esfera armilar.
Varða

Casa da Prova de Baixo

Casa senhorial do século XVIII.
Brú

Ponte de Santar

Upplýsingapunktur

Posto de Apoio de Santar

Fuglaskoðunarstaður

Observatório de Santar

Varða

Moinho da Carvalha

Engenho de moagem de cereal que tirava partido da força da água do rio para funcionar, através de uma levada que desviava a água do seu leito e a conduzia até ao moinho, regressando depois ao seu curso normal ou orientada para outras funções.
Á

Foz do rio Vez

NOTA: não é fácil observar-se a foz do rio Vez, pois o caminho está um pouco afastado da margem, onde existe bastante vegetação. Se não estivesse assinalado, o local passaria facilmente despercebido.
Varða

Pesqueira fixa (antigo moinho)

Fallegt útsýni

Panorâmica rio Lima

Fuglaskoðunarstaður

Observatório do Souto

Brú

Ponte (passadiço) sobre linha de água

Varða

Acesso à ecovia (passadiço)

Fuglaskoðunarstaður

Observatório Távora Sta. Marta

Fallegt útsýni

Ponto de observação sobre o rio Lima

Brú

Ponte (passadiço) sobre linha de água

Fuglaskoðunarstaður

Observatório Jolda de São Paio

Strönd

Praia fluvial e área de pic-nic

Upplýsingapunktur

Carregadouro (início / fim da Ecovia do Vez)

Varða

Ecovia do rio Lima (início do Percurso de Refóios do Lima)

Os Municípios do Vale do Lima (Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez) juntamente com a Comunidade Urbana Vale-e-Mar - Valimar ComUrb, criaram os Projectos "Caminhos do Lima" e "Guarda-Rios". Estes projectos visam uma intervenção na área ambiental com diversas iniciativas, nomeadamente, na preservação dos habitats, na sensibilização das populações para a preservação da natureza e o no fomento do ecoturismo. De entre as diversas intervenções, destaca-se a criação de trilhos à beira-rio, ao longo das duas margens, em particular com a construção da Ecovia do Rio Lima, bem como de outras Ciclovias de interligação dos vários segmentos desta infraestrutura ciclopedonal. A Ecovia do Rio Lima é, assim, constituída por 6 Percursos, que se estendem pelas margens que banham estes Municípios. Na margem esquerda, o Percurso das Veigas, entre Deão, em Viana do Castelo, e Ponte de Lima (a jusante) e o Percurso dos Açudes, entre Ponte de Lima (a montante) e Ponte da Barca. O Percurso das Lagoas, entre Ponte de Lima (a jusante) e a Ribeira da Silvareira, em Fontão, e o Percurso de Refóios do Lima (dividido em 2 Percursos), entre Ponte de Lima (a montante) e os Arcos de Valdevez, estes na margem direita. Por fim, o Percurso do Ermelo, a montante de todos os outros, entre a aldeia de Ermelo e Vilarinho de Souto, nos Arcos de Valdevez, também na margem direita do Lima e da albufeira de Touvedo. Com a constante manutenção e ampliação da Ecovia, os Municípios envolvidos pretendem fazer chegar os 5 primeiros Percursos aos centros urbanos de Viana do Castelo, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, por forma a constituírem-se num circuito ininterrupto (circular), ao longo das duas margens do Lima, tanto a Poente como a Nascente da vila de Ponte de Lima. O prolongamento do Percurso das Lagoas em direcção a Viana do Castelo já começou, em 2012, com a construção da ponte sobre a Ribeira da Silvareira e, a ampliação do Percurso dos Açudes entre a ETAR de Ponte da Barca e o Rio Vade, ficou pronta no segundo trimestre de 2014. Entretanto, o Município de Arcos de Valdevez já inaugurou, em 1 de Junho de 2015, o Percurso Arcuense, entre os Arcos de Valdevez e a Jolda S. Paio, ligando-se ao Percurso de Refóios do Lima.
Lind

Fonte da Brévia

Varða

Cais da Garrida (Troço Ecovia das Laranjas)

Faz parte da Ecovia do rio Lima, nomeadamente do Percurso de Refóios do Lima.
Áhætta

Zona alagadiça (cota baixa)

AVISO: em alturas de maior pluviosidade, esta zona pode ficar tomada pelo rio, tornando a passagem complicada. Mesmo com tempo seco, estes terrenos formam normalmente extensões de lama.
Áhætta

Passagem a vau de linha de água (cota baixa)

AVISO: em alturas de maior pluviosidade, esta zona fica tomada pelo rio, tornando a passagem muito difícil. Mesmo com tempo seco, devido à linha de água aqui existente, estes terrenos formam charcos de lama. Não se entende a ausência de uma passagem aérea em madeira (passadiço), de forma a evitar este constrangimento. Afinal de contas, essa moda prolifera por todo o lado... logo, onde a mesma se justificaria, não se entende a razão da sua ausência. Enfim, prioridades...
Fallegt útsýni

Panorâmica rio Lima

Almenningsgarður

Parque do Arnado (cruzeiro)

O Parque insere-se no Projeto Global de Valorização das Margens do Rio Lima e a sua conceção procura ter uma função cultural e recreativa. A componente cultural chama a atenção do visitante para a evolução histórica da humanização da paisagem.
Helgur staður

Capela do Anjo da Guarda

A Capela do Anjo da Guarda, ou Padrão de São Miguel, está edificada junto ao rio Lima e à ponte velha, sendo a data da edificação totalmente desconhecida. Pode pertencer ao tardo-românico ou início do gótico. A devoção existente no período da Idade Média foi tão acentuada que levou à construção de muitas capelas, ermidas, padrões e outros monumentos. Estes eram criados em agradecimento de uma viagem feita são e salvo, ou de outros acontecimentos com sucesso, inclusivamente o atravessamento de todas as estruturas de rios, sendo estas, como se pode calcular, de importância de relevo. Por esta razão, e neste caso, a Capela do Anjo da Guarda, ou Padrão de São Miguel, está edificada junto ao rio Lima e à ponte velha. Contudo, a data da sua edificação é totalmente desconhecida, tão pouco é a época específica, apesar de haver divergentes opiniões quanto a cronologia da obra. Acreditando-se numa forte ligação com a ponte, as opiniões divergem entre o último quartel do século XIII e o decorrer do século XIV. Contudo é possível, e mediante a modesta e limitada existência de recursos artísticos, que possa pertencer ao tardo-românico e início do gótico. De planta retangular e de uma só estrutura, é assente em colunas com uma cobertura em abóbada de cruzaria de ogivas. Dos quatro lados, três estão abertos. São formados por arcos apontados, sendo que o lado orientado a leste, virado para o rio, está coberto e serve de parede fundeira. No interior, neste lado, contém um pequeno altar, sobre duas mísulas, com a imagem do Arcanjo São Miguel. O Padrão de São Miguel está desde 1978 classificado como Monumento Nacional.
Helgur staður

Igreja de Santo António da Torre Velha

Igreja (re)construída na transição do séc. 18 para o 19, em estilo tardo-barroco, com planta composta por nave, capela-mor, sacristia e torre sineira adossadas em eixo. Apesar da sua escala reduzida apresenta o mesmo princípio de articulação dos espaços que a Igreja e Torre dos Clérigos, bem como a Igreja Paroquial de Nevogilde / Igreja de São Miguel, ambas no concelho do Porto. A fachada principal termina em empena recortada e é rasgada por portal de verga reta mas moldura formando espaldar, com cornija, e óculo recortado, entre duas amplas janelas retangulares. As fachadas laterais, têm os espaços interiores definidos por pilastras e são rasgadas por vãos de perfil curvo, enquanto que, na posterior, se destaca a torre sineira, de com grande altura, coberta por cúpula adelgaçada típica de algumas regiões do distrito, e com enormes gárgulas. No interior possui retábulos laterais e retábulo-mor em talha tardo-barroca.
Brú

Ponte Romana e Medieval de Ponte de Lima

O ex-libris de Ponte de Lima, que conjuntamente com o rio que banha a vila, deu o nome à localidade, é a sua ponte. Na realidade, é um conjunto formado por duas pontes: um troço medieval, de maior dimensão, que tem início na margem esquerda e se estende até à Igreja de Santo António da Torre Velha e a passa ainda em dois arcos. Depois, o troço que resta da ponte romana. São apenas cinco arcos a partir do grande arco que está em leito seco. Se descer verá também os alicerces da Torre Velha, talvez a primeira do sistema defensivo medieval. A ponte romana data provavelmente do século I, uma vez que foi nessa época que se procedeu à abertura do trajeto de uma das vias militares do antigo "Conventus Bracaraugustanus", que ligava Braga a Astorga, neste caso a Via XIX, mandada abrir pelo Imperador Augusto. No que respeita à parte medieval, pese embora se possa recuar no tempo, pelo menos até aos reinados de D. Pedro I e de D. Fernando, por ligação direta à construção das muralhas e das torres que fortificavam a vila, obra terminada em 1370, ou até de D. Dinis, tendo em conta documentação que refere uma ponte, que também poderia, por aquela altura, ser de madeira, sabemos da sua existência no reinado de D. Manuel I, mais precisamente em 1504, por este monarca ter mandado fazer novo calcetamento e colocar merlões para decoração da ponte, pois já não se justificavam como opção defensiva e militar.
Varða

Chafariz Nobre (Largo de Camões)

Construído no atual Largo Dr. António Magalhães, em 1603, junto a uma das principais portas de entrada na muralha da vila, foi transferido para o Largo de Camões em 1929. O seu risco renascentista e execução são correntemente atribuídos ao famoso Mestre limiano João Lopes, o Moço. Para financiar a sua construção e a canalização da água de Merim, foi lançada uma finta sobre o sal e o azeite comercializados nesta Vila. Por ser tão importante a água potável, uma vez que na vila só existia uma fonte e não raras vezes a população se queixava, foi colocada junto ao chafariz uma inscrição num bloco granítico, onde se lêem as coimas aos que o sujassem. Se o prevaricador fosse apanhado, a primeira vez passava 3 dias na cadeia, se repetisse o feito a pena era em dobro. A inscrição acompanhou o chafariz para o Largo de Camões.

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