Niðurhal

Heildar hækkun

1.097 m

Styrkleiki

Erfitt

niður á móti

1.097 m

Max elevation

1.412 m

Trailrank

53

Min elevation

462 m

Trail type

Loop

Tími

9 klukkustundir 21 mínútur

Hnit

2877

Uploaded

9. júlí 2021

Recorded

júlí 2021
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1.412 m
462 m
21,39 km

Skoðað 81sinnum, niðurhalað 1 sinni

nálægt Adrão, Viana do Castelo (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


BRANDA DE GORBELAS

- Mais um feliz regresso a terras do Soajo/Peneda, desta vez para visitar Brandas da freguesia da Gavieira e ascender ao Alto da Pedrada por uma via diferente das anteriormente percorridas. E a referência foi o percurso trilhado por Mário Ramos, que estendeu em anel o PR16 AVV - Trilho das Brandas da Gavieira (trilho oficial linear);
- No terreno, este percurso mais longo coincide com vários outros trilhos e pode, por vezes, causar alguma confusão. O uso de GPS é fundamental;
- Trilho circular, com início e fim próximo do Miradouro do Cerqueiral (opcional), com marcações apenas nos troços comuns aos seguintes trilhos: PR16 AVV - Trilho das Brandas da Gavieira, PR3 AVV - Romeiros da Peneda / Rota dos Bicos, PR12 AVV - Rota de Montanha entre Fojos, PR2 AVV - Romeiros da Peneda / Rota de Soajo, PR8 AVV - Trilho da Mistura das Águas, GR1 AVV - Travessia das Serras Peneda e Soajo e GR2 AVV - Grande Rota de Montanha do Alto Minho - Arcos de Valdevez (que faz parte da Grande Rota de Montanha do Alto Minho). No restante traçado, apenas se encontra sinalização pastoril tradicional de montanha, as mariolas;
- Decorre pelas encostas e chãs das Serras do Soajo e da Peneda, ligando as aldeias de Tibo e Rouças às Brandas de cultivo e de gado: Muranho, Poulo da Seida e Gorbelas;
- Ao longo deste trilho existem muitos pontos de referência que merecem toda a atenção: as calçadas, estradões e caminhos de terra que serpenteiam a serra em direção aos pastos superiores, as Brandas do Muranho e de Poulo da Seida (desertas, com todo o seu casario ancestral, muito já em ruínas), a Branda de Gorbelas (plena de vida e atividade rural), o Alto da Derrilheira e o Alto da Pedrada (dois pontos de absoluta referência na morfologia destas serras), os vários ribeiros que confluem para os férteis vales (regatos da Feicha e de Cabril, rio Grande e da Peneda), os Fojos do Lobo da Seida e do Maranho, o conjunto megalítico de Mamoas no planalto de Lamas do Vez, os abrigos dos pastores, os bosques de coníferas e de folhosas no fundo dos vales, o casario e as as capelas das aldeias de Rouças e de Tibo, as calçadas empedradas que ligam a aldeia de Rouças à Branda de Gorbelas e, esta última, à Branda de Poulo da Seida. Por último, ao longo de todo o percurso, as excecionais vistas panorâmicas que os muitos miradouros naturais deste maciço montanhoso proporcionam, com destaque para os Vales do rio Grande e do rio Peneda, assim como a Albufeira do Alto Lindoso e o Vale do rio Lima;
- As serras do Soajo e da Peneda proporcionam fantásticas vistas panorâmicas. Nos pontos de maior altitude, as vistas sobre os vales do rio Lima e rio Vez, Albufeira do Alto Lindoso e todo o perfil montanhoso do PNPG revelam a sua monumentalidade. Nas cotas mais baixas, os socalcos de cultivo das aldeias de Rouças e de Tibo contrastam com as encostas agrestes deste maciço montanhoso;
- A Branda de Gorbelas e as duas aldeias que se atravessa, Rouças e Tibo, são ainda exemplos vivos de tradições e costumes serranos, onde a agricultura e a pastorícia determinam o tempo e os hábitos coletivos;
- Misto de estradões florestais, caminhos de terra, trilhos de pé posto, calçadas de pedra e caminhos rurais;
- Trilho com características difíceis, tendo em conta a distância considerável, mas sobretudo alguns declives mais acentuados (calçadas de pedra) e o elevado valor acumulado de desnível negativo e positivo. É um percurso com muita exigência física, quer pelo número de kms, quer pelo facto de alguns troços apresentarem inclinação bastante acentuada. Por conseguinte, se chover, com vento e neblina, as dificuldades serão muito acrescidas, pelo que não é de todo aconselhável percorre-lo. Botas e bastões são essenciais;
- No seu todo, é um percurso paisagisticamente deslumbrante, com muitos pontos de interesse e que resulta numa excelente oportunidade para contactar mais diretamente com esta belíssima região, repleta de história ancestral, numa área de alto valor natural e etnográfico, que permitirá ao caminhante visualizar e sentir o ecossistema de montanha.
Um trilho lindíssimo e desafiante!


MARIOLAS DO SOAJO

Outros percursos realizados nesta região:
PNPG - Rota entre Brandas da Peneda (parcialmente encurtada)
PNPG - Das Brandas de Sistelo ao Caminho dos Mortos
PNPG - Da Branda de Travanca ao Alto da Pedrada
PNPG - Percurso dos Bicos (alargado)
PNPG - Da vila do Soajo à Branda da Cova


GARRANOS (LAMAS DO VEZ)


CACHENA (ALDEIA DE ROUÇAS)

- SERRA DA PENEDA
Situada no sistema montanhoso Peneda-Gerês, no Parque Nacional da Peneda Gerês, a Serra da Peneda é uma das maiores elevações em Portugal, elevando-se à quota máxima de 1.314 metros de altitude. Composta por um conjunto vasto de montanhas, das quais se destacam os 6 pontos mais elevados (ordenados por cotas) acima dos 1.000 metros de altitude: o Outeiro Alvo a 1.314 metros, o Fojo/Alto da Costa a 1.290 metros, a Penameda a 1.268 metros, a Aguieira/Chá da Matança a 1.215 metros, o Couto do Osso a 1.184 metros e o Vido a 1.175 metros. Na área envolvente situam-se as Serras do Laboreiro, do Soajo e a Amarela. A região é dominada predominantemente por uma paisagem granítica, onde também podemos encontrar o Azevinho, o Carvalho, o Pinheiro, o Medronheiro e diversas espécies de arbustos como as Urzes e as Giestas. Os Riachos trilham desfiladeiros das montanhas. As margens da Barragem do Lindoso emprestam aquela zona, uma beleza rara e única. As Aves de Rapina (a Águia Real, a Águia de Asas Redondas, o Mocho, a Coruja, o Falcão, o Gavião, o Milhafre), o Lobo Ibérico, o Gato Bravo, a Raposa, o Esquilo Vermelho, o Texugo, a Corça, a Cabra Montês, o Javali, a Perdiz, a Galinhola, o Coelho, a Lebre, o Pombo Bravo, a Lontra e tantos outros, fazem parte do vasto conjunto de animais que habitam nesta região.


VALES DO RIO GRANDE E DO RIO PENEDA (AO CENTRO, ALTO DA PENAMEDA)

- SERRA DO SOAJO
A “Serra do SOAJO”, que muitas das vezes é designada por “Serra da Peneda” devido a erros em vários mapas, é a quinta maior elevação de Portugal Continental com 1416 metros de altitude no cume mais alto, a Pedrada, próximo da Gavieira e do Soajo. É, igualmente, uma das mais proeminentes do país com 768 metros. Situa-se nos concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção, nas proximidades de Castro Laboreiro, no chamado Alto Minho, integrando, parcialmente, o sistema montanhoso da Peneda-Gerês e o Parque Nacioal da Peneda/Gerês. A serra de Soajo é um local de paisagens únicas, como único é também o espírito comunitário que a natureza agreste moldou nas gentes que por ali vivem. É habitual encontrar bandos de cavalos selvagens a pastar livremente no monte e vacas cachenas (uma raça autóctone da região) a vaguear ao lado da estrada.


FOJO DO LOBO DA SEIDA

- PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS
O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) abrange território de 22 freguesias distribuídas pelos concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro. Esta Área Protegida forma um conjunto com o parque natural espanhol da Baixa Limia - serra do Xurés, constituindo com este, desde 1997, o Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés e a Reserva da Biosfera com o mesmo nome. O PNPG fica no norte de Portugal, perto da fronteira espanhola. As suas colinas acidentadas albergam veados, lobos e águias-reais. Os trilhos incluem uma estrada romana repleta de marcos. A estância termal do Gerês, do século VII, fica nas proximidades. Lindoso é uma freguesia tradicional com um castelo medieval e espigueiros em pedra. A norte, o Santuário de Nossa Senhora da Peneda, do século XIX, fica no topo de uma enorme escadaria. O PNPG é constituído por quatro serras principais: Serra da Peneda, Serra do Soajo, Serra Amarela e Serra do Gerês. Os pontos de maior altitude localizam-se na Serra do Gerês e são: o Pico da Nevosa (1545 m) e o Altar dos Cabrões (1538 m) localizados junto à separação entre o território português e o espanhol. Nesta mesma zona localizam-se as abandonadas Minas de Carris (1440 m), onde no auge da década de 50 se exploraram Importantes filões de volfrâmio. A Mata de Albergaria, junto à fronteira da Portela do Homem, representa o coração da Serra do Gerês e um ex-libris natural da região e do país. As origens da constituição do Parque Nacional Peneda Gerês remontam ao ano de 1971 quando o Decreto-Lei 187/71, de 8 de maio, determinou a constituição oficial do único parque com estatuto de parque nacional em Portugal: o Parque Nacional Peneda Gerês (PNPG). A constituição do Parque Nacional da Peneda Gerês teve como objetivo a criação de um sistema de planeamento capaz de valorizar as atividades humanas, salvaguardando a conservação dos solos, águas, a flora e a fauna, assim como a preservação da paisagem nessa vasta região montanhosa do Noroeste português bem como o planeamento científico a longo prazo.


PORMENOR DO PERCURSO
Fallegt útsýni

Miradouro do Cruzeiro

Deste miradouro natural obtêm-se uma fantástica panorâmica das várias aldeias, divididas pelos dois vales: Rouças, Gavieira e São Bento do Cando (no vale do rio Grande, ou rio Pomba), Tibo, Baleiral e Peneda (no vale do rio Peneda).
Fallegt útsýni

Miradouro natural

Neste miradouro tem-se uma excelente panorâmica do Vale do rio Lima, com a aldeia de Adrão em primeiro plano. Olhando mais para a direita, sobranceiro, vislumbra-se o Alto da Derrilheira.
Fallegt útsýni

Miradouro natural

Neste miradouro o destaque vai para o maciço onde assomam a Pena Calva e a Fraga das Pastorinhas, sobranceiro à aldeia de Tibo, com o rio Peneda a passar entre ambos. Também se observa o Alto da Derrilheira.
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Miradouro natural

Fallegt útsýni

Miradouro natural

Varða

Cruzeiro

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Branda do Muranho

Fallegt útsýni

Miradouro natural

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Alto da Derrilheira

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Outeiro Maior

Toppur

Alto da Pedrada

Pedrada é a montanha mais alta da serra do Soajo. Esta elevação fica no concelho de Arcos de Valdevez, o cume fica no limite entre as freguesias de Soajo, Cabreiro, Gondoriz e Gavieira. O território ocupado por esta montanha faz parte da bacia hidrográfica do rio Lima. As encostas voltadas para oeste drenam para os rios Ázere e Ramiscal, afluentes do rio Vez, por sua vez afluente do Lima. Por sua vez as encostas voltadas para nordeste drenam para o rio Peneda, afluente do rio Castro Laboreiro, por sua vez afluente do rio Lima. Finalmente as encostas voltadas para sul e sudeste drenam diretamente para o rio Lima através de rios e riachos como o rio Adrão. Com uma altitude de 1416 metros e uma proeminência topográfica de 761 metros esta montanha é a mais alta e a mais proeminente do distrito de Viana do Castelo, a nível nacional é a 5ª mais proeminente e a 17ª mais alta. Nas encostas desta montanha existem diversas brandas como a branda da Junqueira, a branda das Bosgalinhas e a branda de Gorbelas.
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Memória de construtores do Fojo da Seida

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Fojo do Lobo da Seida

No Parque Nacional existem vários fojos do lobo, mas o de Seida é um dos maiores e fica na Serra de Soajo.É conhecido por fojo da Seida ou fojo do Soajo. As paredes do fojo da Seida tem aproximadamente 700 e 500 metros de comprimento e foram muitas as famílias e Soajeiros a construir este fojo. Nas montarias que aí se faziam, Soajo era o organizador mas as restantes aldeias da serra também participavam.
Varða

Alto do Couto da Redonda

Varða

Mariolas do Soajo

Fallegt útsýni

Miradouro natural

Fornleifasvæði

Mamoa 6

Conjunto megalítico de Lamas de Vez, constituído por 6 Mamoas (visíveis). Mais informação pode ser consultada aqui.
Fornleifasvæði

Mamoa 5

Fornleifasvæði

Mamoa 4

Fornleifasvæði

Mamoa 3

Fornleifasvæði

Mamoa 2

Fornleifasvæði

Mamoa 1

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Mariola e Trono de Pedra

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Branda Poulo da Seida

Alcançar a Branda da Seida é um desafio para aventureiros e apreciadores da montanha. Como em todas as atividades que envolvem a montanha, planear a viagem é muito importante. Requer tempo, disponibilidade física e o auxílio de um bom mapa. A branda está construída sobre solo granítico e é ocupada por pastos e banhada pela água da nascente que vaza no regato da Feicha, um afluente do rio Gingiela. Não se despeça sem antes observar os núcleos de cortelhos de base circular e o fojo do lobo, dois elementos fulcrais para compreender a ocupação da montanha nestes longos séculos de história.
Fallegt útsýni

Miradouro natural

Deste miradouro pode-se observar a Branda de Gorbelas e, mais ao longe, a Fraga das Pastorinhas, com os picos rochosos do PNPG como cenário de fundo.
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Branda de Gorbelas (fonte)

As brandas podem ser de cultivo ou de gado e localizam-se no planalto ou em chãs de altitude. São núcleos habitacionais temporários cujos terrenos são usados para a agricultura ou alimentação do gado, durante a primavera / verão, quando essas áreas de montanha apresentam condições mais favoráveis a essas atividades humanas. Em contraposição às brandas surgem as inverneiras - núcleos habitacionais onde as populações passam o outono e inverno (daí o nome). Presentemente, nessa transumância imposta pelas condições agrestes do meio, nas aldeias que ainda mantém essa migração, as populações apenas transportam consigo o gado e alguns haveres. A Branda de Gorbelas é um núcleo habitacional temporário que se prende com a necessidade da população utilizar os pastos localizados na serra para alimentar o gado.
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Regato da Feicha

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Miradouro natural

Fallegt útsýni

Panorâmica de Rouças

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Regato de Cabril

Helgur staður

Capela de Santo António de Rouças

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Ponte sobre rio Grande

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Rio da Peneda

Brú

Ponte sobre rio Peneda

Brú

Ponte sobre rio da Veiga (rio Pomba)

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Tibo

Helgur staður

Capela do Espírito Santo de Tibo

Fallegt útsýni

Panorâmica dos vales

Deste local, em Tibo, tem-se uma panorâmica excelente do Vale do rio Grande e do Vale do rio Peneda.
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Poldras (linha de água)

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Miradouro natural

Fallegt útsýni

Miradouro de Tibo

Dos seus 800 metros de altitude, o miradouro proporciona uma das mais belas varandas para a imponente serra e vale da Peneda, bem como para o vale do Laboreiro, antes deste desembocar no rio Lima, na albufeira do Alto Lindoso. A aldeia de Tibo surge em primeiro plano, plantada nas margens do rio Pomba e cercada por campos de trigo. Ao longe, vislumbra-se o Santuário da Senhora da Peneda, abrigado num vale profundo e verde. A Oeste avista-se o lugar da Gavieira e, mais acima a branda de São Bento do Cando. Se tem consigo binóculos, este é um excelente local para tentar observar as aves de rapinas em voo. Aproveite e descanse nos bancos do miradouro, apreciando a beleza deste meio bucólico.
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Miradouro do Cerqueiral

Deste miradouro tem-se uma vista abrangente da Albufeira do Alto Lindoso (rio Castro Laboreiro).
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Nascente do rio Vez (Lamas do Vez)

A nascente do rio Vez encontra-se nesta zona. Na primavera será mais fácil encontrá-la, pois o rio apresentará algum caudal logo após a nascente. Mas no verão tal não se verifica, pelo que apenas se conseguem observar, no terreno arenoso, as marcas do seu curso inicial.

Athugasemdir

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