Niðurhal

Heildar hækkun

349 m

Styrkleiki

Auðvelt

niður á móti

349 m

Max elevation

333 m

Trailrank

53

Min elevation

139 m

Trail type

Loop

Tími

5 klukkustundir 19 mínútur

Hnit

1427

Uploaded

30. júní 2021

Recorded

júní 2021
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333 m
139 m
12,88 km

Skoðað 86sinnum, niðurhalað 6 sinni

nálægt Briteiros, Braga (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


CITÂNIA DE BRITEIROS (CASAS CIRCULARES RECONSTRUÍDAS NO SÉC. XIX)

- Trilho circular, com marcações, com início e fim no parque de estacionamento junto ao Museu da Cultura Castreja (opcional), próximo do placar informativo. No entanto, existem falhas de marcação em alguns cruzamentos que podem confundir e mesmo levar ao engano. O uso de um GPS é sempre uma boa ajuda;
- Decorre pelo vale do Ave, estendendo-se pelas freguesias de Donim e S. Salvador de Briteiros e ascendendo ao promontório onde se encontram as ruínas da Citânia de Briteiros. Posteriormente desenvolve-se até Portuguediz e daí regressa a S. Salvador de Briteiros, acompanhando o rio da Várzea (ou rio Febras);
- Ao longo deste trilho existem vários pontos de referência que merecem atenção: logo no início, o Museu da Cultura Castreja (cuja visita pode ser efetuada no fim do percurso, com o mesmo bilhete com que se visita a Citânia), depois seguem-se o Moinho de Donim e a Casa de Sande, a Citânia de Briteiros (e aqui é mesmo necessário dispor de algum tempo de forma a permitir uma visita a este excecional complexo castrejo), a eira comunitária e os moinhos tradicionais de Portuguediz, o casario rural distribuído pelo vale, algumas casas senhoriais (infelizmente desabitadas e degradadas), tanques, presas, eiras e palheiros;
- Misto de ruas empedradas, caminhos e estradões de terra e algum piso alcatroado;
- A Citânia de Briteiros é, sem dúvida, a razão maior para se empreender este percurso. A sua visita é obrigatória e requer tempo e disponibilidade, de forma a nos "perdermos" pelo intrincado de ruelas entre ruínas ancestrais, repletas de referências históricas. O bilhete que se adquire para entrar (3€), permite também visitar o Museu, conforme já referi no início deste texto. Entre os muitos locais que se podem visitar, as casas circulares, a casa do conselho e o balneário sul são imprescindíveis. Já no Museu, a Pedra Formosa é também objeto de visita obrigatória;
- Ao longo de todo o percurso não existem fontanários (pelo menos que eu tivesse visto). Na Citânia julgo ser possível abastecer água (existe um bar, embora nem sempre esteja a funcionar);
- Depois de se passar pela Presa de Cimo de Vila, em Donim, o percurso entra por um estradão de terra que, à data, está a ser alvo de intervenção e alargamento. Não sei qual o propósito (pavimentação, facilidade de acesso à Citânia desde Donim...), mas a verdade é que o estradão está transformado numa pista de terra e pó finíssimo que são uma tortura para quem aqui tenta passar a pé. Olhando para o mapa (OpenStreet), vê-se que o percurso está a seguir o curso correto. No entanto, na primeira oportunidade que tive, optei por seguir por um dos muitos caminhos que por aqui se cruzam, num misto de antiga calçada de pedra (muita desgastada e descaracterizada) e consecutivo caminho de pé posto, até chegar à EN309;
- Esta rota passa ainda por um considerável número de moinhos de água (a maioria está em ruínas), dispostos ao longo do rio da Várzea, primeiro, e rio Febras, depois;
- Trilho com características fáceis, tendo em conta a curta distância e a ausência de declives acentuados;
- No seu todo, é um percurso histórico de referência, com vários pontos de interesse e que resulta numa excelente oportunidade para contactar mais diretamente com este Monumento Nacional, assim como os usos e costumes rurais desta região. E a margem direita do rio da Várzea presenteia-nos com belos recantos, frescos e verdes. Uma boa experiência!!


RIO DA VÁRZEA (OU RIO FEBRAS)

Outros percursos realizados nesta zona:
PR3 Rota da Penha
PR1 São Torcato


CITÂNIA DE BRITEIROS

- PR2 GMR - ROTA DA CITÂNIA
A “Rota da Citânia” estende-se ao longo das freguesia de Donim e S. Salvador de Briteiros. Trata-se de um território que, para além de dispor de boas condições naturais para as Actividades agro-pastoris, disponibiliza excelentes condições de defesa natural, condições privilegiadas para os desenvolvimentos das primeiras formas civilizacionais. Os trabalhos arqueológicos de Martins Sarmento em Sabroso e em Briteiros, a partir de 1875, permitiram conhecer uma das mais importantes civilizações castrejas do noroeste peninsular. Os achados arqueológicos que então foram disponibilizados, e que podem ser observados na Citânia de Briteiros e no Museu da Cultura Castreja (dois espaços integrados neste trilho pedestre), PR2 Rota da Citânia representam importantes testemunhos da complexidade civilizacional destes povos. Dos artefactos em ouro, com decorações muito elaboradas até ao trabalho da pedra, de que são exemplos emblemáticos as Pedras Formosas, os objectos de uso pessoal, os instrumentos e alfaias usados nas actividades quotidianas, permite-nos imaginar que a civilização castreja, “matriz da identidade cultural” dos povos do noroeste possuía formas culturais e artísticas bastante evoluídas. Ao longo do rio Ave e dos afluentes Febras e Torto podemos, ainda hoje, observar alguns dos artefactos de maior utilidade na economia agro pastoril desta região – os moinhos. É, pois, na procura dos moinhos e da paisagem envolvente que o convidamos a fazer o percurso que a seguir lhe propomos.

NOME: PR2 GMR Rota da Citânia
EXTENSÃO: cerca de 12,6 km
TIPO DE PERCURSO: circular, de pequena rota, por caminhos rurais
PARTIDA / CHEGADA: Briteiros São Salvador
DURAÇÃO: cerca de 4h00
GRAU DE DIFICULDADE: fácil
ÉPOCA ACONSELHADA: todo o ano
ÂMBITO: ambiental e cultural


PORMENOR DO PERCURSO

- CITÂNIA DE BRITEIROS
A Citânia de Briteiros é um dos mais expressivos povoados proto-históricos da Península Ibérica, quer pela dimensão, quer pela monumentalidade das suas muralhas, urbanismo e arquitetura. Por outro lado, é um dos sítios paradigmáticos da História da Arqueologia Portuguesa e Peninsular. O seu estudo principiou em 1874, quando Francisco Martins Sarmento (1833-1899) dirigiu a primeira campanha de trabalhos arqueológicos. Nos anos seguintes continuou a descobrir ruínas e decidiu comprar os terrenos onde fica o castro, num gesto sem precedentes em Portugal. No século XX as campanhas de escavação, ou restauro, foram retomadas por diversos arqueólogos, destacando-se Mário Cardozo, Presidente da Sociedade a que Martins Sarmento legou o seu nome, os sítios arqueológicos que adquiriu, a biblioteca, os manuscritos e as suas residências em Guimarães e Briteiros (Solar da Ponte).
Em consequência dos sucessivos trabalhos, é hoje visível uma extensa área de ruínas, tanto na plataforma superior (acrópole), como na encosta leste. Todavia, apesar das campanhas de estudo já realizadas, o subsolo do povoado ainda esconde muitos segredos e valiosa informação científica. A fase inicial de utilização do monte de S. Romão remonta ao Neolítico Final e Calcolítico, quando vários painéis com gravuras rupestres foram gravados na penedia granítica da encosta nascente. Enquanto habitat, a ocupação do local será datável dos primórdios do I milénio antes de Cristo, inserindo-se no período designado como Idade do Bronze Atlântico. No entanto, a fase áurea da Citânia estende-se entre o século II a. C. e o câmbio da Era, tendo sido ainda habitada após a integração do Noroeste Peninsular no Império Romano, durante os séculos I e II d. C.. No século X, uma pequena ermida cristã seria edificada na acrópole, entre os escombros do antigo povoado. As ruínas da Citânia, o seu subsolo, os objectos recolhidos testemunham, pois, milénios de história. Diferentes materiais que testemunham esta ocupação podem ser observados no Museu da Cultura Castreja, no Solar da Ponte, em Briteiros.
- LOCALIZAÇÃO -
Como muitos outros castros do Noroeste Peninsular a Citânia ergue-se num relevo em esporão, sobranceiro ao rio Ave, ou seja, num local onde os seus habitantes podiam organizar uma economia diversificada. O território envolvente do povoado era gerido de forma bem planeada, e de acordo com o ritmo das estações do ano, aproveitando um leque muito variado de recursos: as areias e o pescado do curso de água (rio Ave); as madeiras da floresta ribeirinha (salgueiros, amieiros); o trigo, a cevada, o milho miúdo e o linho, produzidos nas terras do sopé do esporão; os frutos selvagens (bolotas de carvalho e de sobreiro) dos bosques que se conservavam nos vales mais rasgados a poente; e os pastos (gado bovino, ovino e caprino) das vertentes que se estendiam até ao Monte do Sameiro, periodicamente renovados por queimadas. A outra escala, mais ampla, importa assinalar que a Citânia se situa num ponto estratégico do vale do rio Ave, dominando o limite da navegação fluvial, a rota comercial entre o litoral e as montanhas do interior. Controlava, também, um corredor de circulação sul - norte que leva do vale do Douro ao do rio Minho, cruzando sucessivas portelas. A Citânia de Briteiros era, pois, uma verdadeira cidade fortificada, com uma pujante atividade económica.
- MURALHAS -
Todos os castros, tanto os grandes povoados do tipo das citânias de Briteiros ou de Sanfins, como os mais pequenos, eram defendidos por muralhas. Para muitos investigadores a abundância de fortificações revela um estado de guerra endémico. Para outros as muralhas tinham sobretudo uma finalidade simbólica, como expressão de poder. Na Citânia de Briteiros conservam-se pelo menos três linhas de muralhas convergentes para norte e mais uma suplementar, erguida no istmo de acesso ao esporão. Distinguem-se, também, nesta zona dois fossos escavados na rocha. A primeira linha de muralha, que se pode observar de perto, situa-se no lado poente do castro, onde ainda se conserva uma porta. Do topo desta muralha divisam-se outras três linhas defensivas, dispostas ao longo da encosta noroeste. Do lado nascente as muralhas ficam para além da Estrada Nacional, o que nos faculta uma ideia da extensão do povoado.
- URBANISMO -
Ao percorrer as ruas da Citânia o visitante está a caminhar pelas artérias que ordenavam uma pequena cidade. Para diversos autores a organização do espaço em ruas, quarteirões e unidades habitacionais é já um produto da influência romana. Devemos, porém, salientar que o Império Romano se limitou a difundir modelos anteriores, forjados no Mediterrâneo, e que já teriam alcançado o Noroeste da Hispania. Admitimos que alguns pormenores construtivos já sejam de inspiração romana, mas a matriz urbana da Citânia é mais antiga. Em boa verdade, a cronologia do urbanismo dos castros do Noroeste é um dos problemas que está por estudar, com necessária profundidade e amplitude, uma vez que se notam diferenças entre a organização espacial de Sanfins (Paços de Ferreira) e a de Briteiros, bem como entre este último sítio e a Cividade de Terroso (Póvoa do Varzim), ou a Citânia de Santa Luzia (Viana do Castelo). Uma das características muito interessantes da Citânia de Briteiros é a diversidade estrutural das unidades habitacionais, o que proporciona ao povoado uma fascinante paisagem urbana.


PEDRA FORMOSA (MUSEU DA CULTURA CASTREJA)

- FRANCISCO MARTINS SARMENTO ( 1833-1899)
Nascido em Guimarães, filho de família abastada, aqui frequentou as primeiras letras. Estudou latim no Porto, ingressando mais tarde na Universidade de Coimbra, tendo-se formado em Direito em 1853.
Ensinado nas leituras que chegavam da Europa civilizada, a vida intelectual de Martins Sarmento vai ser marcada por transições, primeiro o poeta romântico, depois o colunista polémico e justiceiro e, finalmente, até ao fim da vida, o arqueólogo, o ilustre investigador das citânias, as “cidades mortas” do noroeste de Portugal.
Francisco Martins Sarmento vivia na sua residência do Largo do Carmo, construída em meados do século XIX e beneficiada ao longo dos anos com sucessivos melhoramentos que lhe conferiram o aspeto imponente e desafogado que ainda hoje possui.
Neste palacete, Martins Sarmento recebia os amigos e organizava eventos recreativos, tais como soirées e festas temáticas. No seu quotidiano, dedicava-se à leitura, à redação de crónicas e artigos que publicava na imprensa e em revistas científicas, à troca de correspondência com numerosas individualidades portuguesas e estrangeiras e à escrita de livros.
Pioneiro da fotografia em Portugal, foi através dela que divulgou os achados que descobria na Citânia de Briteiros, atraindo assim o interesse da comunidade científica portuguesa. Em 1880, a visita à Citânia de Briteiros dos maiores especialistas europeus reunidos por ocasião do Congresso Internacional de Antropologia e Arqueologia Pré-Históricas, veio consagrar o trabalho do ilustre arqueólogo vimaranense. No relatório da excursão, Rudolf Virchow, escreveu: "Vive neste local, um homem, Sr. Sarmento, residente em Guimarães, o qual, tal como Schliemann, há vários anos que gasta elevadas somas em escavações arqueológicas. Adquiriu os próprios sítios para os defender de mãos incautas. Em cada ano, escava uma parte da superfície do terreno e reúne cuidadosamente todos os objectos recolhidos de modo a que actualmente possui um tão grande número de peças que constituem por si mesmo um pequeno museu."


PORMENOR DO PERCURSO (PORTUGUEDIZ)
Safn

Museu da Cultura Castreja (Solar da Ponte)

O Museu da Cultura Castreja está instalado no Solar da Ponte, propriedade da Sociedade Martins Sarmento, construção do séc. XVIII/XIX com um belo Parque, foi residência da família de Francisco Martins Sarmento. Este colocou a sua inteligência ao serviço da sua curiosidade ilimitada e tornou-se um respeitado investigador de nível europeu. O Museu da Cultura Castreja é o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, cultura autóctone que apenas existe no noroeste peninsular e é a matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica. O Museu evidencia a importância daquela cultura, constituindo, também, o justo preito de homenagem ao Sábio que a libertou do manto de encantamento com que as mouras a esconderam durante séculos.
Á

Represa (rio de Agrela)

Helgur staður

Igreja de São Salvador de Briteiros

Arquitectura religiosa, maneirista, barroca e rococó. Igreja paroquial de planta longitudinal composta de uma só nave e capela-mor mais baixa e estreita, flanqueada por torre sineira, quadrangular, com capelas adossadas lateralmente. Fachada principal enquadrada por pilastras terminada em empena de friso e cornija rematada por urnas e cruz sobre acrotério. Portal principal de verga recta, com pilastras de capitéis lisos e frontão interrompido encimado por nicho e ladeado por dois óculos de moldura recortada. Fachadas laterais terminadas em cornija com portas e janelões rectangulares, tendo adossada no lado esquerdo, capela e sacristia, e no oposto capela tumular de estrutura e decoração interior essencialmente maneirista. Interior com coberturas em abóbadas com réguas de madeira formando caixotões, silhares de azulejos, industriais recentes, coro-alto, baptistério integrado na torre sineira, púlpito com guardas de madeira. A talha é essencialmente rococó, de fundo branco, apontamentos marmoreados e decoração marcada a dourado. O retábulo da capela tumular, integramente em granito, é do barroco nacional, de planta côncava, de um só eixo definido por colunas espiraladas, assentes em mísulas lavradas com acantos, com ático composto por duas arquivoltas.
Varða

Moinho de Cereal de Donim

Varða

Casa de Sande

Casa onde nasceu, viveu e morreu João Antunes Guimarães (1803 - 1891).
Varða

Presa de Cimo de Vila

Fallegt útsýni

Panorâmica do Vale do Ave

Fornleifasvæði

Citânia de Briteiros

As ruínas arqueológicas de Briteiros são uma prova extraordinária da existência de um importante povoado primitivo, de origem pré-romana, pertencente ao tipo geral dos chamados "castros" do noroeste de Portugal. Evidenciam nitidamente caracteres da cultura castreja, ainda que fortemente romanizados no começo da era cristã. Martins Sarmento, etnólogo e arqueólogo célebre, nascido em Guimarães em 1833, ocupou-se do estudo científico destas ruínas, tendo dado um contributo decisivo para a sua divulgação, estudo e estado de conservação. As numerosas construções, de vários tipos, dispostas um pouco livremente, mas obedecendo, contudo, a um ainda que incipiente esquema urbanístico, oferecem pistas impressionantes e muito objectivas para o conhecimento daquelas gentes tão remotas, alcandoradas no cimo dos montes e mesmo assim protegidas por várias cinturas de muralhas, cujos extensos panos ainda hoje se podem admirar. O espólio arqueológico destas ruínas encontra-se exposto, em Guimarães, no Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento.
Fornleifasvæði

Casas circulares (reconstruídas no séc. XIX)

Fornleifasvæði

Casa do Conselho

A casa do conselho é um grande espaço circular, com bancos de pedra, que terá sido o local de funcionamento de um senado local.
Fornleifasvæði

Balneário Castrejo

No Balneário Sul é possível ver-se a sua Pedra Formosa 2 original, tendo sido objeto de processo de valorização. A Pedra Formosa 1 encontra-se em exposição no Museu da Cultura Castreja.
Fornleifasvæði

5ª Muralha da Citânia de Briteiros

Varða

Eira Comunitária

Eiras são locais com um chão duro onde as comunidades secavam, malhavam e peneiravam os cereais, de forma a separar a palha dos grãos de cereais. Não será um exagero afirmar que esta eira será uma das maiores da região, com uma área de cerca de 1.100 metros quadrados.
Varða

Moinho da Figueira

Varða

Moinhos Tradicionais de Portuguediz

Foss

Cascata de Portuguediz

Esta queda de água ajuda a entender a origem da energia que faz mover tantos moinhos, e que se prende com o acentuado desnível ao longo do curso de água. Este curso de água é o rio da Várzea, popularmente conhecido como o rio "Febras". Nasce em Pedralva, perto do lugar de Bugide, fruto da união de linhas de água subterrâneas provenientes da Serra dos Picos e do Monte de São Miguel. Ao longo deste rio são inúmeros os moinhos (alguns já recuperados, outros com as marcas do tempo), e o percurso pedestre passa por vários.
Varða

Moinhos do rio da Várzea

Este conjunto de moinhos é um dos muitos que acompanham o rio da Várzea (ou rio Febras), entre os concelhos de Braga e Guimarães. O número elevado de moinhos, tal como a enorme Eira Comunitária nas proximidades, é representativo da grande produção de cereais obtida nos planaltos e vales agrícolas desde a Serra dos Picos. Os moinhos a água têm a sua origem na Grécia, cerca do séc. III a.C., tendo a sua utilização sido espalhada na Europa pelos romanos, numa tentativa ancestral dos povos que ocupavam (e ocupam) este território, em subsistir, maximizando o aproveitamento do que a natureza lhes oferece.
Á

Rio Várzea (lagoa)

Brú

Ponte (rio Várzea)

Á

Poldras (rio Febras)

Á

Linha de água

Brú

Pontelha (rio Febras)

Helgur staður

Capela (propriedade privada)

Varða

Bouça do Monte

Athugasemdir

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