Niðurhal

Heildar hækkun

771 m

Styrkleiki

Miðlungs

niður á móti

771 m

Max elevation

545 m

Trailrank

55

Min elevation

129 m

Trail type

Loop

Tími

7 klukkustundir 59 mínútur

Hnit

1910

Uploaded

4. júlí 2021

Recorded

júlí 2021
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545 m
129 m
20,32 km

Skoðað 67sinnum, niðurhalað 3 sinni

nálægt Covelo, Viseu (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


PANORÂMICA DO MOSTEIRO DE SÃO CRISTOVÃO DE LAFÕES

- Trilho circular, com marcações, com início e fim em Covelo, no parque de estacionamento junto à N333-3 (opcional). No entanto, existem algumas placas informativas de direção que podem confundir e levar ao engano. O uso de um GPS é sempre uma boa ajuda;
- Decorre pela Serra da Gravia, nas encostas da margem direita do rio Vouga, estendendo-se pelas povoações de Covelo, Pedreira, Granja, Paradela e Valadares. Pelo meio desce ao rio Varoso, acompanhando a Levada de Paradela e, já perto do fim, desce próximo da Albufeira de Ribeiradio (rio Vouga), para contemplar a Cascata do Pinho, na foz do rio Almuinha;
- Ao longo deste trilho existem vários pontos de referência que merecem atenção: os vários núcleos rurais que se atravessa com as suas capelas e igrejas, o Miradouro de São Caetano (com vista privilegiada para o Mosteiro de São Cristovão de Lafões), a Levada de Paradela, as lagoas e o Poço do Mourão no rio Varoso, as panorâmicas da Albufeira de Ribeiradio e a imponente Cascata do Pinho, o Poço Negro de Covelo (rio Almuinha), tanques, presas, eiras e palheiros;
- Misto de caminhos rurais, estradões florestais e algum piso alcatroado;
- Valadares é uma freguesia do concelho de São Pedro do Sul, habitada por cerca de 800 pessoas e possui como principal atracção a Feira da Laranja, realizada de 2 em dois anos. O seu nome é alusivo à enorme produção destes citrinos de grande qualidade;
- Ao longo de todo o percurso quase não existem fontanários (Valadares e Ortigueira). Em Covelo e em Valadares existem cafés (serão pontos de referência para reforço alimentar e bebidas frescas);
- O curto troço entre o Miradouro de São Caetano e a Levada de Paradela requer especial atenção: é um troço técnico, íngreme, que com o piso molhado torna-se muito perigoso. É fundamental que o mesmo seja percorrido com cautela e o respeito óbvio por um trilho técnico em rocha;
- Quando se chega à Levada de Paradela, o trilho segue pela direita. No entanto, aconselho a que se faça o desvio (ida e volta) à esquerda, até às lagoas do rio Varoso e ao Poço do Mourão. Como o Mosteiro de São Cristovão de Lafões é uma unidade turística privada, para o visitar é necessária marcação prévia, pelo que o acesso ao mesmo está vedado ao público;
- Cerca de 300 metros antes das Poldras do Tronco surge um entroncamento à esquerda, que permite fazer um desvio para admirar a Cascata do Pinho. Serão cerca de 2 kms (um para cada lado), com uma descida e consequente subida pronunciadas (mas que justificam o esforço despendido) tendo em conta a imponência da referida queda de água. Após períodos de chuva, com um caudal considerável, esta queda de água será impressionante;
- Já no final do percurso, mesmo à entrada de Covelo, situa-se o Poço Negro, local de visita também obrigatória onde, em dias de muito calor, será irresistível aí não mergulhar;
- Trilho com características moderadas, tendo em conta a distância e alguns declives mais acentuados;
- No seu todo, é um percurso interessante, com vários pontos de interesse e que resulta numa boa oportunidade para conhecer parte da Serra da Gravia, assim como os usos e costumes rurais desta região. No entanto, é de lamentar que grande parte da mancha florestal seja, invariavelmente, eucalipto. Porém, o rio Varoso e a Albufeira de Ribeiradio presenteiam-nos com belos recantos frescos, verdes e excelentes vistas panorâmicas. Uma boa experiência!!


LEVADA DE PARADELA

Outros percursos realizados nesta região:
PR4 SPS - Rota do Castro do Banho (alargado)
PR1 OFR - Rota dos Rios e Levadas (novo traçado)
PR2 OFR - Rota do Gaia + PR1 OFR - Rota dos rios e levadas (c/novos traçados)
PR3 OFR - Rota dos Cabeços
PR4 OFR - Rota dos Caminhos com Alma (c/desvio ao vértice geodésico da Urgueira)
PR5 OFR - Rota das Poldras
PR7 VZL - Percurso das Poldras (c/novo traçado)
Trilhos da Arada: de Landeira ao Parque da Fraguinha
Pelo vale do rio Teixeira


CAMINHOS RURAIS DA GRANJA (PORMENOR DO PERCURSO)

- PR8 SPS - ROTA DA LARANJA
A partida é no centro de Valadares, ao lado de um laranjal, a lembrar o nome desta rota. Para trás vão ficando pequenos aglomerados habitacionais - Castelo, Tapadinho, Olho Marinho, Fontelonga. De regresso ao estradão, num abrir e fechar de olhos está-se nos Laijais e na EN 333-3, que é preciso atravessar. As poldras convidam à travessia e apontam para os degraus em pedra da próxima subida. Para o percurso completo, suba até à EM 227 e ao encontrar o 2° estradão à esquerda, o caminho a fazer é ladeado por uma mancha florestal de eucalipto até à Boavista. A norte deste lugar fica o ponto mais alto da Gravia, serra mãe destas gentes. lmperdível é a subida à Capela de S. Caetano e o desfrutar da magnífica vista sobre o vale e o Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões. A paleta de verdes, oferecida pela variedade das árvores, arbustos, ervas, fetos e lianas. Alimentando o caudal do rego, observam-se pequenas cascatas, a acrescentar mais uma nota bucólica à serenidade da paisagem. Acaba o passadiço e pelo estradão chega-se a Paradela. Atravessado o coração da povoação, e já nas alminhas do Fojo, vire à esquerda pelo estradão, descendo uma zona de floresta, de campos cultivados, passando a Ribeira da Fervença e subindo depois até à escola de Valadares, a nascente da aldeia, de onde partiu há umas horas pela saída poente junto à Igreja Matriz.

NOME: PR8 SPS Rota da Laranja
EXTENSÃO: cerca de 17 km
TIPO DE PERCURSO: circular, de pequena rota, por caminhos rurais e florestais
PARTIDA / CHEGADA: junto à Igreja Matriz de Valadares
DURAÇÃO: cerca de 4h30
GRAU DE DIFICULDADE: médio / alto
ÉPOCA ACONSELHADA: todo o ano
ÂMBITO: ambiental, paisagístico e cultural


POÇO DO MOURÃO (RIO VAROSO)

- SÃO PEDRO DO SUL
O concelho de S. Pedro do Sul situa-se na região Centro, estende-se por 14 freguesias, numa área de 350 km2 e faz parte do território das Montanhas Mágicas®. É sobretudo conhecido pelas suas Termas, cujas águas mineromedicinais já eram usadas pelos romanos devido aos seus poderes curativos. Com uma vocação milenar para o termalismo de saúde, as Termas começaram a ser exploradas no período de domínio romano e por cá passou D. Afonso Henriques e a Rainha D. Amélia. A riqueza única da sua água mineral natural: sulfúrea, pouco mineralizada, emerge naturalmente à superfície a uma temperatura de 68ºC e é distribuída por dois balneários, Rainha D. Amélia e D. Afonso Henriques, que funcionam todo o ano com o que de mais moderno existe nas terapêuticas termais de saúde e bem-estar, estética e fisioterapia, com um serviço cuidado e personalizado em instalações distintas e requintadas, que proporcionam saúde, comodidade, repouso e lazer.
No entanto, o encanto do concelho não se esgota nas suas águas termais, S. Pedro do Sul tem inúmeras potencialidades que vale a pena explorar, nomeadamente na área da natureza, património, gastronomia.
Viver a sua natureza é percorrer o topo da serra da Arada, do São Macário e sentir-se livre, espreitando as aldeias típicas e de xisto que ficam escondidas nos recantos dos seus vales. É mergulhar nos rios, ribeiras e poços que refrescam os que os visitam. É percorrer trilhos e desafiar-se. Conhecer a sua história e cultura é visitar as zonas históricas do concelho e ser surpreendido pela riqueza do património. Mosteiros, solares, igrejas e santuários abundam nestas redondezas, sendo exemplo da riqueza desta região. Não esquecer também a etnografia dos diversos locais e as tradições que neles ainda hoje podem ser vistas e vividas, através de roteiros e experiências desenhados para aqueles que procuram o mundo rural: ciclo do linho, resinagem, fabrico da broa de milho e o mel são algumas experiências desta Bio Região. Comer bem é experimentar a sua gastronomia. S. Pedro do Sul dispõe de uma rica e saborosa ementa, que alia os produtos locais com a mestria dos temperos de quem os prepara: a famosa Vitela à Lafões, o Cabrito assado, os doces e o vinho de Lafões são o convite para se sentar à sua mesa.


ACESSO AO POÇO DO MOURÃO (PORMENOR DO PERCURSO)

- MOSTEIRO DE SÃO CRISTÓVÃO DE LAFÕES
Isolado, no cimo da serra da Arada e nas proximidades do rio Barosa, o Convento de São Cristóvão de Lafões homenageia São Bento e o local do seu primeiro retiro em Itália (Bubiaco ou Sublaco), mas também o santo padroeiro deste complexo conventual, uma vez que São Cristóvão é o protector dos "caminhantes nos lugares solitários". Parece certo que lhe antecedeu uma ermida, com a mesma invocação, que ainda hoje se conserva com a data de 1672. A fundação conventual tem suscitado muitas dúvidas e interpretações, mas, hoje, e à luz da documentação, parece relativamente consensual considerar-se D. João Peculiar, Bispo do Porto, como fundador deste convento que, de início, abraçou a regra de Santo Agostinho. O célebre Frei João Cerita foi, assim, prior e abade ao tempo de D. Afonso Henriques, período em que terá ocorrido a mudança da Regra para a de São Bento. Por fim, a adesão a Cister (com filiação directa em Claraval) foi última alteração da regra a observar no convento, que ocorreu em data próxima do ano de 1161.
Durante o período medieval, São Cristóvão de Lafões foi uma instituição muito rica, com rendimentos consideráveis. Contudo, e à semelhança de boa parte dos mosteiros cistercienses, chegou ao século XVI num estado de considerável ruína, devido à gestão danosa dos abades comendatários. Disso mesmo nos deu conta o secretário do abade de Claraval (Dom Edme de Saulieu) que, em 21 de Dezembro de 1532 visitou o convento de São Cristóvão, então totalmente em ruínas e, onde apenas viviam 4 religiosos. Sobre o primitivo templo medieval, apenas sabemos que tinha três altares, cruzeiro com torre sineira ou campanário, constituindo, muito possivelmente um modelo semelhante ao da primeira igreja do Lorvão, "com cabeceira de três absides e nave aproximadamente quadrada".
Foi necessário esperar pela criação da Congregação Autónoma Portuguesa, em 1567 (e reconhecida por D. Sebastião em 1560) para se criar, em Portugal, um movimento centralizador, capaz de restaurar e ou reconstruir as casas cistercienses do nosso país, actualizando ainda a sua linguagem estética, de acordo com as nomas tridentinas e o gosto barroco que se fez sentir entre o final do século XVI e o século XVIII. São Cristóvão de Lafões integrou-se nesta dinâmica renovadora, e a sua reconstrução iniciou-se na segunda metade do século XVII, embora nunca tenha chegado a ser concluída, uma vez que, em 1834, a extinção das Ordens Religiosas interrompeu o processo.
O convento, que dispunha das habituais dependências, organizava-se em torno do claustro, de dois pisos, formado por cinco arcos de volta perfeita e definidos por pilastras de ordem toscana. A zona Este encontra-se incompleta e a igreja situa-se no ângulo Sudeste do claustro. Reconstruído pela terceira vez em 1704, após um incêndio, o templo apresenta nave de planta quadrada mas com os cantos cortados, a que se acede através de uma profunda galilé, oposta à capela-mor, igualmente longa. De acordo com os estudos recentes de Paulo Varela Gomes, esta configuração forma um triplo quadrado, cuja concepção pode ser anterior ao início do século XVIII, e que remete para uma série de exemplos de planta centralizada existentes no Centro e Norte litoral. O zimbório que remata a nave é mais tardio, tal como o óculo de moldura rococó, que se abre sobre o coro. Por sua vez, as molduras em granito do exterior e do interior, de fomas compactas, ou de "um austero estilo de placas" recorda o trabalho executado á época no Norte do país e na Galiza.
Actualmente, e depois de décadas de abandono, o convento foi recuperado encontrando-se na posse de particulares.


CASCATA DO PINHO (ALBUFEIRA DE RIBEIRADIO)
Helgur staður

Capela de São Caetano

Fallegt útsýni

Miradouro de São Caetano

Neste miradouro tem-se uma excecional vista sobre o vale do rio Varoso e o Mosteiro de São Cristovão de Lafões.
Varða

Levada de Paradela

A Levada de Paradela é uma obra notável que leva água do rio Varoso para o regadio de Paradela, a 3 Km de distância. Ao lado da levada, um caminho pedestre proporciona um passeio que em tudo lembra as famosas levadas da ilha da Madeira. Tem o seu início num cotovelo do rio que rodeia um promontório onde se edificou, no séc XII, o convento de São Cristóvão de Lafões, da ordem de Cister. Nas suas encostas, um magnífico bosque desenvolve-se com espécies como o sobreiro, o medronheiro, o loureiro, a aveleira, o folhado, o selo-de-salomão, as esporas-bravas e o hipericão-do-gerês, a revelar assim uma clara afinidade com a laurissilva da Madeira. Na sua folhagem as raras borboletas apatura-pequena e almirante-branco podem ser contempladas nas suas cores soberbas.
Varða

Levada de Paradela

Brú

Ponte e lagoa (rio Varoso)

Helgur staður

Mosteiro de São Cristovão de Lafões

NOTA: o acesso ao Mosteiro está condicionado pois, sendo uma propriedade privada, é necessário marcar a visita. No entanto, vale a pena percorrer os trilhos da encosta, na margem esquerda do rio Varoso, pois a vegetação é exuberantemente verde, diversa, belíssima...
Á

Poço do Mourão

Brú

Ponte / Curva 'Alice Neves'

Varða

Levada de Paradela

Helgur staður

Capela de Paradela

Brú

Ponte sobre Ribeiro da Fervença

Lind

Fonte (Valadares)

Helgur staður

Igreja Paroquial de Valadares

Lind

Fonte

Helgur staður

Capela de Nossa Senhora de Fátima

inaugurada no ano de 1976 pelo Senhor José Rodrigues de Oliveira, homem de muita fé, que dedicou a sua vida a esta obra. Esta construção representa os vários lugares e acontecimentos de Fátima. Um ponto a visitar para quem cá passar. Localiza-se numa pequena aldeia da freguesia de Valadares, chamada Gamoal.
Fallegt útsýni

Panorâmica Albufeira de Ribeiradio

A albufeira de Ribeiradio e os Ilhéus do Rodo localizam-se no rio Vouga, em Sever do Vouga, e resultam da construção da barragem de Ribeiradio, nas proximidades da aldeia dos Amiais, em Couto de Esteves. A nova albufeira é o mais recente cartão de visita do município de Sever do Vouga. Para além das excecionais paisagens proporcionadas pelo seu espelho de água, de onde emergem os paradisíacos Ilhéus do Rôdo, destacam-se as atividades turístico-desportivas e de lazer que é possível desenvolver nesta albufeira - canoagem, stand up padle, pesca - e outras atividades não motorizadas, de modo a conservar a tranquilidade e a qualidade ambiental deste maravilhoso espaço natural.
Foss

Cascata do Pinho

Varða

Levada do Tronco

Á

Poldras do Tronco (Rio Almuinha)

Fallegt útsýni

Panorâmica da Albufeira de Ribeiradio

Á

Poço Negro

A aldeia de Covelo é atravessada pelo rio Almoinha, um afluente do rio Vouga cuja foz se situa no lugar do Pinho. Sendo um rio com um curso curto, as encostas são íngremes e a água fresca e muito limpa. Possui vários poços que permitem nadar, e eram utilizados pela miudagem da aldeia para aprender a nadar. Os poços maiores são o Poço Negro, o Poço do Lela e o Poço das Raparigas.
Helgur staður

Capela de Nossa Senhora das Neves

Verslun

Café Silva

Café e esplanada com muita sombra.

Athugasemdir

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