Niðurhal

Heildar hækkun

387 m

Styrkleiki

Miðlungs

niður á móti

387 m

Max elevation

432 m

Trailrank

55

Min elevation

67 m

Trail type

Loop

Tími

7 klukkustundir 31 mínútur

Hnit

1513

Uploaded

11. júlí 2021

Recorded

júlí 2021
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432 m
67 m
12,66 km

Skoðað 280sinnum, niðurhalað 9 sinni

nálægt Orbacém, Viana do Castelo (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


RIO ÂNCORA

- IMPORTANTE: considero que este trilho apenas é viável com tempo seco (fim da primavera e verão) e com o caudal do rio reduzido. Existem estreitos carreiros nas margens que podem ser percorridos. Os acessos às inúmeras lagoas e quedas de água implicam, muitas vezes, uma tomada de decisão no local, pois como não é um trilho oficial, percorre-se por intuição e mediante as possibilidades de aproximação ao rio que estiverem disponíveis no momento. Se chover ou com um caudal de água elevado, este trilho torna-se muito perigoso e inviável em certas zonas. Por conseguinte, desaconselho em absoluto realizá-lo com tempo húmido, frio e chuvoso.

- Este percurso foi desenhado de forma a permitir um contacto muito próximo com o curso do rio Âncora. Para tal, primeiro subiu-se até muito próximo da sua nascente, entre o Alto das Cocanhas e o Pontilhão e, a partir daí, desceu-se sempre junto às suas margens, de forma a desfrutar das suas consecutivas lagoas e quedas de água;
- Trilho circular, sem marcações (exceto em pequenos troços comuns com outros percursos, oficiais). Tem início e fim no Parque de Merendas de São João de Amonde (opcional), próximo da Ponte Medieval de Tourim. O uso de GPS é fundamental;
- Decorre, primeiro, pela margem direita do rio Âncora (relativamente próxima), até Trás-Âncora, subindo entre bosques e por caminhos rurais (caminho da Bichoca). Após atravessar a aldeia, acentua-se a subida, com o rio cada vez mais afastado, cruzando a meia-encosta do Alto das Cocanhas, até se voltar a encontrar a margem direita do Âncora, próximo do Pontilhão. A partir deste ponto, e até ao fim do percurso, acompanha-se sempre o curso do rio, ora pela margem direita, ora pela esquerda, contornando um infindável número de lagoas e pequenas quedas de água. No entanto, em dois ou três pontos, é necessário afastarmos-nos um pouco da margem, de forma a contornar zonas mais acidentadas, cujos declives muito acentuados deram origem a maravilhosas cascatas e respetivas lagoas, cuja água azul turquesa convida a um refrescante mergulho;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com especial destaque para as margens verdes e frescas do rio Âncora, as muitas cascatas e lagoas que o mesmo forma, nomeadamente o Poço Negro e a Cascata do Pincho, a Praia Fluvial do Manadelo, as levadas e moinhos de água de Trás-Âncora, a capela de São Mamede, vários miradouros naturais, a Ponte Medieval de Tourim e os Parques de Merendas de São João de Amonde e de São Lourenço da Montaria;
- Trilho com características moderadas, essencialmente no troço que acompanha o curso do rio, pois apresenta passagens com alguma dificuldade técnica (pedras escorregadias e outras que tem que ser transpostas), alguns declives mais acentuados e algumas travessias entre margens (nem sempre óbvias). Este trilho é um percurso relativamente acessível. No entanto, convém ter em conta a dificuldade inerente a caminhar sobre pedras em leitos de rio, facto que exige boa capacidade física, assim como cuidados redobrados para evitar quedas e torções. Com tempo húmido, vento e neblina, as dificuldades serão muito acrescidas. Botas e bastões são essenciais;
- Misto de caminhos rurais, caminhos de terra, trilhos de pé posto e sobre pedras do rio;
- Em períodos de maior caudal, a travessia do rio Âncora, pelas poldras, junto aos Moinhos de Trás-Âncora, pode ser bastante complicada. Além disso, a ponte de madeira que existia ligeiramente abaixo está destruída;
- O rio Âncora é um pequeno rio minhoto cuja nascente se situa na encosta oeste da serra D'Arga. Após um percurso de cerca de 15 quilómetros rodeado por um cenário belíssimo, desagua diretamente no oceano Atlântico, junto a Vila Praia de Âncora;
- Os verdes lameiros ao longo do vale, dispersamente povoado por lugares e freguesias rurais, confirmam-nos que estamos em plena região do Minho: verde, exuberante, confusa, mas sempre muito bonita;
- No Parque de Merendas de São Lourenço de Montaria é possível fazer um pequeno desvio ao centro da aldeia, onde existem cafés e restaurante. São Lourenço de Montaria fica na encosta poente da serra e reúne o que há de mais autêntico, bucólico e pitoresco no Alto Minho. É uma típica freguesia de montanha com modos de vida rurais, passados de geração em geração ao longo dos séculos. O seu forte caráter serrano reflete-se também na arquitetura, onde o xisto misturado com o granito contrasta com os socalcos aproveitados para a agricultura, na condução da água para as regas e para os moinhos. O cultivo do milho e o pastoreio continuam a alimentar rituais comunitários de auto subsistência e são importantes registos de memória coletiva que continuam a marcar a sua identidade;
- A Serra D'Arga, também conhecida como Serra Magia ou Monte Sagrado, destaca-se pela sua forma emergente, como uma mancha granítica e xistosa entre as margens do rio Lima e do rio Coura. Com zonas classificadas de Reserva Ecológica Nacional (87,6%) e Reserva Agrícola Nacional (6,5%), é rica em minérios conservando vestígios da extração de metais, como o ouro, a prata, o estanho e o volfrâmio, largamente explorado durante a segunda guerra mundial. Diz-se que o seu magnetismo cura doenças, especialmente a infertilidade. Verdade ou não, o certo é que a Serra d’Arga é um lugar de culto e de fortes tradições por onde celtas, árabes e romanos deixaram marcas do seu encantamento;
- No seu todo, é um percurso lindíssimo (a junção destes dois trilhos resulta, a meu ver, numa boa conjugação para um dia de caminhada). Esta bela região minhota fará, com certeza, as delícias de quem a visite!!


LAGOA (RIO ÂNCORA)

Outros percursos realizados nesta região:
Trilhos D'Arga: PR4 VCT - Trilho do Pôr-do-Sol + PR5 VCT - Trilho do Pincho
PR1 VCT - Trilho da Montanha Sagrada
Trilhos da Serra da Gávea
Trilhos da Serra d'Arga: de Cerquido a Montaria
Trilhos da Serra d'Arga
Planalto da Serra D'Arga
De Paredes de Coura ao Corno de Bico
Da Vacariça à Mesa dos 4 Abades, pelo Corno de Bico


MARGENS DO RIO ÂNCORA (PORMENOR DO PERCURSO)

- RIO ÂNCORA
O rio Âncora é um pequeno rio minhoto cuja nascente se situa na encosta oeste na serra d'Arga e, menos de 20 Km depois, desagua no oceano Atlântico junto a Vila Praia de Âncora. O escoamento total anual na foz do rio Âncora é de 98 hm3. Do rio Âncora extraía-se ouro e estanho durante a ocupação romana, o que enriquecia a cidade. Na zona mais acidentada podem ser encontrados pequenos paraísos isolados como o Poço Negro e a cascata do Pincho. Conforme o terreno se aplana, vão surgindo alguns pontões a atravessarem o rio. Destaque para as pontes de Abadim (do período romano), de Tourim (possivelmente medieval), de Trás-Âncora (próximo de Espantar) e o pontão ou ponte das Lages, ainda na zona alta do curso do rio. Dos afluentes do rio Âncora destacam-se a ribeira de Gondar (onde se encontra a ponte de Xisto) e a ribeira de Amonde (onde se encontra uma ponte com um pequeno arco, a ponte de Amonde).
A origem do nome deste rio está associada a uma lenda, que conta o seguinte: no tempo em que mouros e cristãos lutavam pelo domínio da Península Ibérica, lá para os lados do Sul, vivia num palácio majestoso Alboazar – um alcaide mouro poderoso. Este, tinha uma filha chamada Zahara, cuja beleza indescritível ganhou grande fama e passou fronteiras, nomeadamente para o lado do inimigo cristão, onde chamou a atenção do Rei de Leão, de seu nome: D. Raimundo.
Como muitas vezes acontecia na Idade Média, na casa dos aristocratas mais ricos, organizavam-se muitas vezes, concertos, festas, representações teatrais, tertúlias, enfim… as mais diversas formas de entretenimento. Para esses serões, o Rei ou o Nobre convidavam para os seus palácios a sua corte e contratavam muitas vezes trovadores, bardos e outros artistas errantes.
É aqui que o D. Raimundo, tomado pela curiosidade em conhecer a rara beleza de Zahara, disfarçou-se de trovador e conseguiu entrar no palácio do alcaide mouro, por ocasião de uma dessas festas. Uma vez lá, deparou-se com a princesa e de imediato se enamorou. A paixão nasceu forte e D. Raimundo seduziu a jovem e fugiu com ela para as terras da Galiza.
Algum tempo passado, Alboazar não havia esquecido a perda e o ultraje. Fez-se ao caminho e resolver utilizar o mesmo expediente do nobre cristão. Também ele se disfarçou de trovador, penetrou numa festa e, com as suas cantigas, encantou Dona Urraca – a esposa legitima do D. Raimundo. Esta, ficou de tal forma enamorada que abandonou marido e filhos e fugiu com Alboazar, rumo ao Sul.
Humilhado pela traição e abandono da esposa, D. Raimundo depressa esqueceu a beleza e encanto de Zahara. Disfarçou-se de cavaleiro e rumou ao castelo de Alboazar a fim de participar num torneio por este organizado. Após o torneio, pelo cair da noite, conseguiu aceder ao quarto do rival, onde prendeu e amordaçou Dona Urraca e o amante. Em seguida, fugiu rapidamente, levando consigo os dois como prisioneiros.
Reza a lenda que, no caminho de regresso para a Galiza, ao passar por Carreço, atravessou um monte, no qual assassinou Alboazar – ficando então o local a ser conhecido como: Monte da Dor – hoje Montedor. Dona Urraca chorou desconsolada a morte do seu amor, o que ainda enfureceu mais o D. Raimundo. Cego pelo ciúme e despeito, logo após descer Montedor, amarrou uma âncora ao pescoço da rainha e lançou-a nas profundezas do primeiro rio que encontrou…
… o tal rio, desde essa altura, passou a ser conhecido como – Rio Âncora.


PONTE MEDIEVAL DE TOURIM

- SERRA D'ARGA
Também conhecida como Serra Magia ou Monte Sagrado, a Serra d’Arga destaca-se pela sua forma emergente, como uma mancha granítica e xistosa entre as margens do rio Lima e do rio Coura. Com zonas classificadas de Reserva Ecológica Nacional (87,6%) e Reserva Agrícola Nacional (6,5%), é rica em minérios conservando vestígios da extração de metais, como o ouro, a prata, o es- tanho e o volfrâmio, largamente explorado du- rante a última guerra mundial. Diz-se que o seu magnetismo cura doenças, espe- cialmente a infertilidade. Verdade ou não, o certo é que a Serra d’Arga é um lugar de culto e de fortes tradições por onde celtas, árabes e romanos dei- xaram marcas do seu encantamento. A Serra d’Arga constitui uma das áreas mais emblemáticas do Alto Minho, não só pela vastidão das paisagens agrestes do seu topo, mas também pela singularidade dos seus valores naturais. Nos pontos mais altos da serra, dominados por imponentes maciços graníticos, existem áreas naturais de pastagem de rara beleza onde ocorrem diversos tipos de matos numa matriz de pastagens com uma diversidade florística notável. Nestes matos e prados alimentam-se cabras, vacas e garranos, coexistindo no mesmo ecossistema do lobo, que tem aqui uma das populações mais próximas do litoral. Perto das pitorescas aldeias que se desenvolvem na transição para o xisto, existem campos de cultivo, lameiros e bosques naturais, atravessados por diversas linhas de água. Outrora, estes rios e ribeiros forneciam a energia aos moinhos, que ainda se podem observar, e onde se fazia a moagem dos cereais cultivados nos campos. Com cerca de 9 km de comprimento por 5 km de largura, o afloramento granítico que constitui o cume da Serra d’Arga é o elemento mais distintivo desta paisagem. Culminando a 825 metros de altitude, no Alto do Espinheiro, dele brotam inúmeras linhas de água, incluindo as três que alimentam o Rio Âncora. As suas vertentes altamente declivosas e pedregosas contrastam fortemente com o seu topo, onde se encontram as maiores chãs e onde se podem, frequentemente, observar manadas de garranos a pastar. No sopé da serra e ao longo dos vales do Âncora e do Estorãos localizam-se as povoações, as matas e os característicos conjuntos de socalcos. A elevada riqueza patrimonial da Serra d’Arga é comprovada pela diversidade de valores arquitetónicos presentes no território: as casas de montanha, os moinhos de reduzidas dimensões, a profusão de alminhas, cruzeiros e capelas ao longo dos caminhos, as pontes e os pontões que possibilitam o atravessamento pedonal das inúmeras linhas de água que sulcam a serra até à foz do Âncora. Do ponto de vista etnográfico, as dezenas de festas e romarias que se realizam anualmente proporcionam ricas manifestações de religiosidade popular onde se revelam os traços mais característicos das povoações locais, os gostos, os costumes e o folclore.


RAIZES E FUNGOS (PORMENOR DO PERCURSO)

- SÃO LOURENÇO DA MONTARIA
A Freguesia de Montaria ou São Lourenço da Montaria como é popularmente mais conhecida, ocupa uma área de cerca de 2609 ha sendo, por isso, a mais extensa freguesia do concelho de Viana do Castelo, e uma das maiores do distrito de Viana do Castelo. É, também, uma das freguesias do distrito de Viana do Castelo cujo núcleo habitacional se localiza em altitudes mais elevadas, em face de se localizar em plena Serra d'Arga. Os seus limites estão estabelecidos por Norte, com as freguesias de Orbacém, de Dem, de Arga de São João, de Arga de Baixo e de Arga de Cima, todas do concelho de Caminha. A Sul, pelas freguesias de Vilar de Murteda e de Lanheses, estas do seu concelho, Viana do Castelo. A Nascente, com as freguesias de Arcos e de Estorãos, ambas de Ponte de Lima. A Ponte, os limites são estabelecidos pela Freguesia de Amonde e, também, pela já citada, Freguesia de Orbacém. Toda ela localizada na serra de Arga, Montaria, é sem dúvida uma das mais apetecíveis do país, no que à soberba e exuberante natureza diz respeito, isso porque, em Montaria, o homem tem conseguido resistir à sua conhecida fúria devastadora e pode-se observar que, aqui, a natureza se sobrepõe ao homem. Montaria tem potencialidades naturais que sabiamente, O Construtor, legou a esta população. População, cujas origens estão para além da nossa história. Assim é que, determinados vestígios castrejos são conhecidos nesta freguesia dando conta da sua antiguidade. Refira-se, nessa matéria, o pequeno castro no lugar de Castelão. Esses antigos habitantes, provavelmente, também iam ao cimo da serra de Arga desfrutar das lindas paisagens, donde se avista o mais longínquo horizonte em todas as direcções, inclusive no sentido norte/poente onde, o mar por um lado e para além de Caminha, e a Galiza e pelo outro, fazem o deleite de muitos. No sentido nascente/sul a paisagem, também, não fica a dever já que, se podem observar as áreas concelhias de Arcos de Valdevez, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Viana do Castelo e, também, Braga. Aqui, nasce o rio Âncora e outros ribeiros de importância no ecossistema da região. Em resultado desses cursos de água, os moinhos e azenhas construídos e a funcionar juntos ao leito sinuoso dos riachos e corredouras, são uma mais valia para a dignificação turística de Montaria. No alto da Serra de Arga, mais precisamente no local da Senhora do Minho, em muitos Invernos, pode-se apreciar a neve, sendo mais uma atracção desta freguesia e motivo de romaria para os mais curiosos. Em relação às Capelas existentes na freguesia contam-se a seguintes; Capela da N. Sra da Conceição e Capela de S. Brás no lugar da Torre, Capela do Sr. do Socorro, no lugar de Espantar, Capela de São Mamede, no lugar de Trazâncora e Capela de São Francisco, e S. Frutuoso no lugar de Pedrulhos. Ainda, no que diz respeito a história da Freguesia, no Inventário Colectivo dos Registros Paroquiais, Vol. 2 Norte, Arquivos Nacionais /Torre do Tombo , lê-se na integra: «Segundo o Dr. Figueiredo da Guerra, a actual freguesia de São Lourenço da Montaria foi chamada primitivamente de São Mamede dos Pedrulhos, pelo sítio dos pedregulhos em que se situava. Constituída apenas por 6 ou 7 casais, recebia, aos domingos e dias santos, um religioso do convento de São João de Arga, que ali se deslocava para celebrar a missa. Mais tarde tomou o nome de São Lourenço de Breteandelos, na vertente do Breteal, um alto da serra de Arga, sendo a igreja mudada para o sítio da Portudeira. Na verdade, figura na relação das igrejas, organizada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, em 1258, sob a designação de “ecclesia de Bretenadelos”. Em meados do século XIV, a igreja foi novamente mudada para o sítio da Louza, já com a denominação actual de São Lourenço da Montaria. Ainda hoje chamam “Igreja Velha ao sítio onde esteve a igreja antiga, assinalado por um cruzeiro. Em 1546, no registo da verificação do rendimento anual das igrejas, benefícios e mosteiros da comarca de Valença do Minho, São Lourenço da Montaria é avaliada em 40 mil réis. O Censual de D. Frei Baltasar Limpo regista que esta igreja era, na época, da apresentação da mesa arcebispal, tendo o prelado parte nela. Estava-lhe anexa perpetuamente São Miguel de Murteda. Em 1714, a igreja paroquial foi novamente mudada, para o lugar onde actualmente se conserva. Américo Costa descreve-a como uma abadia da apresentação da Mitra. Em termos administrativos, pertenceu, em 1839, à comarca de Ponte de Lima e, em 1852, à de Viana do Castelo.»


MARGENS DO RIO ÂNCORA (PORMENOR DO PERCURSO)
Lautarferð

Parque de Merendas São João de Amonde

Brú

Ponte Medieval de Tourim

Pelo território de Viana do Castelo passavam importantes vias romanas, como é o caso da célebre "Per loca maritima", referenciada no itinerário de Antonino. Esta via, saindo de Bracara Augusta, passava o Cávado e depois o Lima, sulcando todo o Concelho Vianense até ao Âncora, que era atravessado pela ponte de Tourim. Esta ponte, que possui ainda parte das suas fundações romanas, foi reconstruída na época medieval, tendo feito parte integrante de um dos mais importantes "caminhos de Santiago", trilhado por milhares de peregrinos e fundamental para o desenvolvimento económico desta região. A ponte actual, embora mantenha a sua traça medieval, nomeadamente o perfil em cavalete, corresponde já a uma reconstrução da Idade Moderna, possivelmente entre os sécs. XVII e XVIII. Ponte de tabuleiro em cavalete com uma largura máxima de c. de 4 m. e 21 m., assente num único arco de volta perfeita, em cantaria. Apresenta pegões cegos, estando o arranque destes protegido por um muro de silhares graníticos, a montante e jusante em ambas as margens, que entestam no respectivo pegão. O tabuleiro, de parapeito saliente, apresenta um pavimento lajeado, registando-se ainda guardas em cantaria. O aparelho dos paramentos revela os sucessivos arranjos, particularmente nas extremidades da caixa do tabuleiro, onde se regista um aparelho irregular que incorpora blocos de xisto com silhares graníticos bem aparelhados, enquanto a zona envolvente do arco se conserva em aparelho regular de silhares graníticos, com algumas fiadas pseudo-isódomas. No vértice do tabuleiro, encontra-se, encaixado entre as guardas, do lado montante, um cruzeiro, com plinto de formato rectangular e ligeiramente saliente em altura.
Á

Travessia (rio Âncora)

Varða

Caminho da Bichoca

Varða

Linha de água

Lind

Fonte (Trás-Âncora)

Varða

Trás-Âncora

Helgur staður

Capela de São Mamede

Á

Rio Âncora

Á

Rio Âncora

Á

Rio Âncora

Lautarferð

Parque de Merendas São Lourenço da Montaria

Brú

Ponte (rio Âncora)

Varða

Levada

Foss

Queda de água (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Foss

Poço Negro

Á

Praia Fluvial do Manadelo

Brú

Ponte de Trás-Âncora (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Foss

Queda de água (rio Âncora)

Varða

Moinhos de Trás-Âncora

Á

Poldras e lagoa (rio Âncora)

Foss

Queda de água (rio Âncora)

Á

Lagoa (rio Âncora)

Foss

Queda de água (rio Âncora)

Foss

Cascata do Pincho

Atualmente tem a designação de Cascata da Ferida Má. No entanto, continua a ser mais conhecida pela designação original. Antes de se chegar à mais famosa queda de água do rio Âncora, veem-se vestígios de diversos antigos moinhos e azenhas. Outrora de difícil acesso, praticamente só os habitantes locais é que conheciam a cascata e a sua envolvência, uma verdadeira maravilha da natureza. É um local idílico para quem procura paz e tranquilidade, com um cheirinho a aventura.

Athugasemdir

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